Quem não teve uma dessas! Quando ela chega todo mundo nota! Pela voz alta, pela roupa extravagante, pelo perfume forte! È aquela que faz questão de dizer a que veio e que todos sintam, vejam e notem sua presença. Quando ela não está parece que fica um vázio, mais é a paz no ambiente. Elas podem ser super chatas e frescas, ou somente possuírem uma personalidade forte, tipo leonina, as que gostam de aparecer.
Para agradar esse tipo, faça muitos elogios, dê presentes chamativos, passe a gostar de cremes, perfumes e moda, porque vocês teram muitos assuntos em comum!
terça-feira, 12 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Pegadinha do Silvio Santos Entrevista de Emprego
Não se surpeenda em uma entrevista tudo pode acontecer! Pode fazer parte do seu teste.
Inteligência a prova de fogo - piadas
A Jornalista Entrevista Um. . .
A jornalista entrevista um famoso deputado:
- Deputado, o senhor pode nos dizer como começou a sua careira de político?
- Há! Foi logo na infância. . . Eu ainda estudava no primário. . .
- No primário? Espantou-se a jornalista.
- Sim! Um dia meu pai me chamou e disse: Filho, a partir de hoje lhe darei 100 dólares sempre que você tirar uma nota maior que sete. Então, eu cheguei para minha professora e propus: Escuta dona Lucrécia, a senhora não gostaria de ganhar 50 dólares de vez em quando?
-------------------------------------------------------------------------------------
Garçom Discreto
Num restaurante grã-fino, o camarada se senta à mesa e amarra o guardanapo em volta do pescoço. O gerente, escandalizado, pede ao garçom que dê a entender ao sujeito, com muito tato, que aquilo não se faz. O garçom se aproxima do freguês:
- Barba ou cabelo, senhor?
-------------------------------------------------------------------------------------
O Cara Liga Para um Grande. . .
O cara liga para um grande amigo e é atendido pela sua nova secretária:
- Pois não?
- Eu queria falar com o Paulo!
- O Paulo está no banheiro! Quer deixar recado?
Na tentativa de ajudar o amigo ele toma a liberdade de aconselhar a moça:
- Olha, minha filha, não leve a mal, mas não fica bem você dizer que ele está no banheiro. . .
- O que eu digo então? - Pergunta ela, ingênua.
- Diga que ele está numa reunião!
Alguns dias depois ele torna a ligar para o amigo e a moça torna a atendê-lo.
- O Paulo está? - Vai logo perguntando.
- Ele está numa reunião!
- Sabe se ele vai demorar?
- Olha, pelo jeito que ele passou aqui se contorcendo. . . Acho que o negócio ainda vai levar um bom tempo. . .
A jornalista entrevista um famoso deputado:
- Deputado, o senhor pode nos dizer como começou a sua careira de político?
- Há! Foi logo na infância. . . Eu ainda estudava no primário. . .
- No primário? Espantou-se a jornalista.
- Sim! Um dia meu pai me chamou e disse: Filho, a partir de hoje lhe darei 100 dólares sempre que você tirar uma nota maior que sete. Então, eu cheguei para minha professora e propus: Escuta dona Lucrécia, a senhora não gostaria de ganhar 50 dólares de vez em quando?
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Garçom Discreto
Num restaurante grã-fino, o camarada se senta à mesa e amarra o guardanapo em volta do pescoço. O gerente, escandalizado, pede ao garçom que dê a entender ao sujeito, com muito tato, que aquilo não se faz. O garçom se aproxima do freguês:
- Barba ou cabelo, senhor?
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O Cara Liga Para um Grande. . .
O cara liga para um grande amigo e é atendido pela sua nova secretária:
- Pois não?
- Eu queria falar com o Paulo!
- O Paulo está no banheiro! Quer deixar recado?
Na tentativa de ajudar o amigo ele toma a liberdade de aconselhar a moça:
- Olha, minha filha, não leve a mal, mas não fica bem você dizer que ele está no banheiro. . .
- O que eu digo então? - Pergunta ela, ingênua.
- Diga que ele está numa reunião!
Alguns dias depois ele torna a ligar para o amigo e a moça torna a atendê-lo.
- O Paulo está? - Vai logo perguntando.
- Ele está numa reunião!
- Sabe se ele vai demorar?
- Olha, pelo jeito que ele passou aqui se contorcendo. . . Acho que o negócio ainda vai levar um bom tempo. . .
Roupa certa para a entrevista



Roupa Certa Para Entrevista
Moda
Postado em abril 3, 2009 por Thiago Augusto
Uma entrevista para emprego normalmente é uma ocasião importante e que deixa os candidatos inseguros a respeito de como se portar, o que responder assim como a roupa certa para a entrevista. Sabe-se de antemão que o entrevistador estará atento aos nossos menores movimentos buscando respostas escondidas, seremos questionados sobre assuntos aparentemente banais e outros bastante complexos, e mais do que nossas respostas serão avaliadas nossas emoções, nossa postura, nosso raciocino. As entrevistas para emprego duram em média cerca de 45 minutos período em que o entrevistador, com certeza alguém com experiência em recursos humanos, estará traçando um perfil do candidato, levantando sua estrutura familiar, situação econômica, cultura, auto-imagem, momentos marcantes e qualidades e características que possam ser proveitosas para a empresa.
Emprego
Os candidatos precisam causar boa impressão, e para isso é essencial sentir-se confiante na sua aparência, e assim usar uma roupa adequada para uma entrevista de emprego é fundamental nesses dias de concorrência extrema causado pelo aumento do desemprego. usando a roupa certa para a entrevista o indivíduo melhora a sua auto-estima, um requisito essencial para o sucesso almejado na vida profissional e pessoal.
Empresas
A roupa ao contrário do que muitos possam apregoar é muito importante, de maneira especial em algumas ocasiões, pois através das roupas que vestimos o entrevistador ou o ouvinte estará formando uma opinião a nosso respeito, antes mesmo que possamos falar. A roupa é uma importante ferramenta de comunicação não verbal, existem roupas adequadas para quem quer seduzir que com certeza não precisam de palavras, roupas masculinas e femininas da moda que nos mostram o estilo dos jovens, se patricinha, se rebelde, etc., A roupa revela muito sobre nossa identidade, por isso a escolha da roupa certa para a entrevista é tão importante, ela reflete a nossa imagem, assim devemos analisar a imagem que queremos passar e as expectativas geradas.
Roupas Certas Para Entrevista
Existem inúmeros livros que tratam desse assunto, escrito por pessoas entendidas em moda e que dão dicas importantes para quem está preocupado com este assunto, mas em suma, o mais importante é refletir sobre a imagem que você quer passar e assim definir a sua roupa. Evite sobretudo usar roupas da moda as quais você não está acostumada, com certeza se sentirá insegura. Um tailler ou um terno ainda são opções corretas em quase todas as circunstancias, roupas que compõe a moda jovem só devem ser usadas por jovens que buscam empregos em lojas de departamentos e outros similares, jamais em um ambiente mais formal. Decotes, fendas, saias curtas, bijuterias chamativas ou em excesso também devem ser abolidos.
Não existe uma regra única e imutável para se vestir para uma entrevista de emprego, o melhor conselheiro é o bom senso e o espelho, use a roupa de acordo com sua profissão, um engenheiro agrônomo por exemplo dificilmente vai usar terno e gravata para vistoriar uma lavoura. leve em conta a formalidade da entrevista e da empresa e a época em que vivemos, época de globalização, de internet, de universalidade, e por ultimo encontre seu próprio estilo de roupa, pois a roupa certa, além de vestir bem precisa se identificar com seu usuário.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
O que a vítima deve fazer contra o assédio moral?
O que a vítima deve fazer?
•Resistir: anotar com detalhes toda as humilhações sofridas (dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam, conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário).
•Dar visibilidade, procurando a ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já sofreram humilhações do agressor.
•Organizar. O apoio é fundamental dentro e fora da empresa.
•Evitar conversar com o agressor, sem testemunhas. Ir sempre com colega de trabalho ou representante sindical.
•Exigir por escrito, explicações do ato agressor e permanecer com cópia da carta enviada ao D.P. ou R.H e da eventual resposta do agressor. Se possível mandar sua carta registrada, por correio, guardando o recibo.
•Procurar seu sindicato e relatar o acontecido para diretores e outras instancias como: médicos ou advogados do sindicato assim como: Ministério Público, Justiça do Trabalho, Comissão de Direitos Humanos e Conselho Regional de Medicina (ver Resolução do Conselho Federal de Medicina n.1488/98 sobre saúde do trabalhador).
•Recorrer ao Centro de Referencia em Saúde dos Trabalhadores e contar a humilhação sofrida ao médico, assistente social ou psicólogo.
•Buscar apoio junto a familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para recuperação da auto-estima, dignidade, identidade e cidadania.
Importante:
Se você é testemunha de cena(s) de humilhação no trabalho supere seu medo, seja solidário com seu colega. Você poderá ser "a próxima vítima" e nesta hora o apoio dos seus colegas também será precioso. Não esqueça que o medo reforça o poder do agressor!
Lembre-se:
O assédio moral no trabalho não é um fato isolado, como vimos ele se baseia na repetição ao longo do tempo de práticas vexatórias e constrangedoras, explicitando a degradação deliberada das condições de trabalho num contexto de desemprego, dessindicalização e aumento da pobreza urbana. A batalha para recuperar a dignidade, a identidade, o respeito no trabalho e a auto-estima, deve passar pela organização de forma coletiva através dos representantes dos trabalhadores do seu sindicato, das CIPAS, das organizações por local de trabalho (OLP), Comissões de Saúde e procura dos Centros de Referencia em Saúde dos Trabalhadores (CRST e CEREST), Comissão de Direitos Humanos e dos Núcleos de Promoção de Igualdade e Oportunidades e de Combate a Discriminação em matéria de Emprego e Profissão que existem nas Delegacias Regionais do Trabalho.
O basta à humilhação depende também da informação, organização e mobilização dos trabalhadores. Um ambiente de trabalho saudável é uma conquista diária possível na medida em que haja "vigilância constante" objetivando condições de trabalho dignas, baseadas no respeito ’ao outro como legítimo outro’, no incentivo a criatividade, na cooperação.
O combate de forma eficaz ao assédio moral no trabalho exige a formação de um coletivo multidisciplinar, envolvendo diferentes atores sociais: sindicatos, advogados, médicos do trabalho e outros profissionais de saúde, sociólogos, antropólogos e grupos de reflexão sobre o assédio moral. Estes são passos iniciais para conquistarmos um ambiente de trabalho saneado de riscos e violências e que seja sinônimo de cidadania.
-------------------------------------------------------------------------------------
Todo empregador, precisa entender,que seu empregado é gente! Respeito é bom e independente das pessoas envolvidas todo mundo gosta. Qualquer trabalhador que se sentir violado nesse sentido deve se manifestar para acabar com essa pouca vergonha.
•Resistir: anotar com detalhes toda as humilhações sofridas (dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam, conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário).
•Dar visibilidade, procurando a ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já sofreram humilhações do agressor.
•Organizar. O apoio é fundamental dentro e fora da empresa.
•Evitar conversar com o agressor, sem testemunhas. Ir sempre com colega de trabalho ou representante sindical.
•Exigir por escrito, explicações do ato agressor e permanecer com cópia da carta enviada ao D.P. ou R.H e da eventual resposta do agressor. Se possível mandar sua carta registrada, por correio, guardando o recibo.
•Procurar seu sindicato e relatar o acontecido para diretores e outras instancias como: médicos ou advogados do sindicato assim como: Ministério Público, Justiça do Trabalho, Comissão de Direitos Humanos e Conselho Regional de Medicina (ver Resolução do Conselho Federal de Medicina n.1488/98 sobre saúde do trabalhador).
•Recorrer ao Centro de Referencia em Saúde dos Trabalhadores e contar a humilhação sofrida ao médico, assistente social ou psicólogo.
•Buscar apoio junto a familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para recuperação da auto-estima, dignidade, identidade e cidadania.
Importante:
Se você é testemunha de cena(s) de humilhação no trabalho supere seu medo, seja solidário com seu colega. Você poderá ser "a próxima vítima" e nesta hora o apoio dos seus colegas também será precioso. Não esqueça que o medo reforça o poder do agressor!
Lembre-se:
O assédio moral no trabalho não é um fato isolado, como vimos ele se baseia na repetição ao longo do tempo de práticas vexatórias e constrangedoras, explicitando a degradação deliberada das condições de trabalho num contexto de desemprego, dessindicalização e aumento da pobreza urbana. A batalha para recuperar a dignidade, a identidade, o respeito no trabalho e a auto-estima, deve passar pela organização de forma coletiva através dos representantes dos trabalhadores do seu sindicato, das CIPAS, das organizações por local de trabalho (OLP), Comissões de Saúde e procura dos Centros de Referencia em Saúde dos Trabalhadores (CRST e CEREST), Comissão de Direitos Humanos e dos Núcleos de Promoção de Igualdade e Oportunidades e de Combate a Discriminação em matéria de Emprego e Profissão que existem nas Delegacias Regionais do Trabalho.
O basta à humilhação depende também da informação, organização e mobilização dos trabalhadores. Um ambiente de trabalho saudável é uma conquista diária possível na medida em que haja "vigilância constante" objetivando condições de trabalho dignas, baseadas no respeito ’ao outro como legítimo outro’, no incentivo a criatividade, na cooperação.
O combate de forma eficaz ao assédio moral no trabalho exige a formação de um coletivo multidisciplinar, envolvendo diferentes atores sociais: sindicatos, advogados, médicos do trabalho e outros profissionais de saúde, sociólogos, antropólogos e grupos de reflexão sobre o assédio moral. Estes são passos iniciais para conquistarmos um ambiente de trabalho saneado de riscos e violências e que seja sinônimo de cidadania.
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Todo empregador, precisa entender,que seu empregado é gente! Respeito é bom e independente das pessoas envolvidas todo mundo gosta. Qualquer trabalhador que se sentir violado nesse sentido deve se manifestar para acabar com essa pouca vergonha.
ASSÉDIO MORAL
ASSÉDIO MORAL
Por Maria Inês Felippe
Em meio a um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, em que garantir a empregabilidade é uma das atitudes mais condizentes, surge uma pergunta bastante comum na esfera empresarial: “Quais são os sacrifícios válidos para se garantir o emprego?” Em alguns casos, não é percebido pelo assediado, deixando para lá, para não criar confusão.
A resposta é consenso geral quando tratada pelos especialistas de RH: nenhum. Por definição, sacrificar-se é privar-se em benefício de outrem. Uma coisa é o esforço, o desafio; a outra, é o sacrifício, o sofrimento. Em se tratando de relações trabalhistas, sofrer não deve ser condição, nem muito menos conseqüência, ainda mais quando é resultado de situações de humilhação, constrangimento e submissão. Situações estas que caracterizam o assédio moral.
O conceito, bem como a idéia, não é tão recente assim. O assédio moral no trabalho é um fenômeno antigo, mas que vem recebendo destaque pela mídia nos últimos tempos devido à tendência de tornar as relações de trabalho mais transparentes e justas. É um fenômeno mundial, que consiste em degradar as condições de trabalho por meio de ofensas, pressão e críticas excessivas das autoridades sobre seus subordinados.
O assédio moral acontece devido ao abuso do poder, provocando um cenário de discriminação dentro da empresa. As fases são: isolamento, desqualificação.
O medo do desemprego é uma das principais causas desse fenômeno. Para garantir seu emprego, o funcionário sujeita-se a atitudes antiprofissionais; o chefe, por seu lado, transfere toda a insegurança para sua equipe mediante atitudes autoritárias. "Quando o funcionário está com a auto-estima rebaixada, ele não se reconhece como profissional, ficando predisposto a qualquer tipo de assédio". Mas essa situação só prolifera quando favorecida por ambas as partes: chefes autoritários buscam funcionários submissos e vice-versa. A situação só irá perpetuar-se se o funcionário permitir”.
Investir em uma cultura estratégica de desenvolvimento humano como forma de substituir a competitividade de negócios diminui as chances de surgirem comportamentos negativos isolados, que tanto propiciam o assédio moral. Outro aspecto que devemos introduzir é a cultura de aprendizado, no lugar da punição, e a desmistificação das relações de poder, como soluções para o problema.
Enquanto não existir a gestão participativa, cooperativa, o cenário estará mais favorável à gestão pelo medo, propiciando atitudes típicas do assédio moral.
Em empresas onde o profissionalismo é ação prioritária, cria-se uma resistência a atitudes desse tipo. E se mesmo assim o assédio moral persistir, o funcionário terá armas suficientes para se livrar dele ou impedi-lo, pela denúncia ou pela busca dos responsáveis pela área de RH da empresa, que terão um posicionamento estratégico em relação ao problema.
Devemos garantir o emprego, desde que os esforços envolvidos estejam ao nosso alcance. Ser perseguido pelas injustiças de um chefe tirano, além de ser uma falta de respeito, compromete a dignidade de um profissional e o seu direito como cidadão.
Podemos entender o assédio moral como uma degradação deliberada das condições psicológicas do trabalho, em que prevalece uma relação de poder por parte da chefia e acarreta em baixa produtividade, falta de envolvimento, motivação e stress dos demais profissionais.
Como identificar
Há muitas formas de identificar características de assédio moral.
Algumas podem ser destacadas:
a liderança autoritária, de opressão, que funcione na base do “faça o que estou mandando”, “você é feito para fazer o que determino”, a filosofia de que “o gado engorda, pelos olhos do dono”;
as reuniões em que as pessoas são expostas a seus erros, tendo ignorados e desmerecidos seus acertos;
as broncas em público que ressaltem suas deficiências, com todas as pessoas conhecidas e desconhecidas fazendo parte da cena. Há casos em que são ressaltadas as “deficiências” do chefe diante de seus subordinados;
o excesso de trabalho, impossibilitando os acertos ou até mesmo a realização de projetos, que acabam expostos em público;
a falta de condições de trabalho, tanto físicas como psicológicas, recaindo em erros, colocando o executor à prova e, posteriormente, a punições;
o clima constante de fofocas, que denigrem a imagem das pessoas da empresa ou de terceiros;
as ameaças e as humilhações constantes;
a falta de ética para com clientes internos e externos;
as graves falhas na comunicação;
a ignorância ao isolar pessoas no ambiente de trabalho.
Como perceber as características do assediador e do assediado
Assediador- comportamento de prepotência , autoritarismo, sedução, ou aquele do tipo “raposa com pele de cordeiro”.
Assediado- em alguns casos pessoas com baixa estima ou os provocadores do assédio. Na maioria das vezes, as pessoas agem de acordo com o que lhe permitimos.
Pode-se perceber também, constantemente, um cenário de complementaridade - há chefes que buscam funcionários submissos e o inverso também ocorre.
Há empresas que buscam pessoas submissas para utilizar de seu poder, embora a grande maioria destas empresas apresentem baixos resultados, afinal, a improdutividade e a rotatividade são aparentes.
Da mesma forma, há pessoas que buscam na empresa uma proteção, que acabe favorecendo uma possível troca de favores.
A vítima escolhida, em alguns casos, passa a ser “bode expiatório”: seu comportamento é de isolamento, hostilização e ridicularização.
Como identificar os prejuízos
Desmotivação, falta de comprometimento, isolamento pessoal, stress são os prejuízos práticos e emocionais para o profissional, que comprometem sua identidade, dignidade, relacionamento e podem, até mesmo, ocasionar doenças físicas e mentais, inclusive por sintomas não aparentes.
Recentemente conheci um caso, em que a Diretora de uma grande empresa, em reunião com sua equipe, ressaltou a importância da dedicação exclusiva para a empresa, mesmo que tivesse que “abrir mão” da própria família, caso contrário seria passível de punição.
Pesquisas apontam que o assediado poderá chegar ao suicídio, fato este que acomete mais homens que mulheres.
Geralmente, um funcionário que se posiciona de maneira diferente da chefia, passa a ser isolado do grupo e rotulado.
A empresa não deve ter uma postura paternalista, mas deverá, sim, preservar a sanidade do trabalhador, evitando qualquer forma de comportamento que beire à humilhação.
O que deve ser feito
Palestra Informação para prevenção.
Investimento em uma cultura estratégica de desenvolvimento profissional e humano e não somente estratégia de negócio. Pessoas saudáveis; negócios saudáveis.
Gestão participativa e menos competitiva, pois é fácil identificar uma competição interna muito grande entre as pessoas da empresa, minimizando esforços para competição externa. Distribuição das bases de poder.
Formação de líderes, favorecendo melhoria nas relações interpessoais.
Substituição da cultura do medo, da punição pela confiança do desenvolvimento e da ética.
Empresas que privilegiam o profissionalismo enfraquecem a possibilidade de qualquer tipo de coerção e assédio.
Busca da complementaridade, não tendo como base o mais forte e o mais fraco e sim a formação de equipes multidisciplinares, em que cada um possui sua especialidade e seu valor.
Busca da profissionalização pelo trabalhador, elevando sua capacitação e agregando valor aos negócios, enaltecendo sua auto- estima, seu valor pessoal e impossibilitando qualquer tentativa de assédio. Colocar limites é bom para ambas as partes e em todo lugar.
Como fazer
Refletir acerca de todo o cenário acima e verificar a possibilidade de mudança do cenário da organização.
Reavaliar-se, fazendo uma auto-análise, ponderando até que ponto está provocando tal situação.
Decidir, frente a isso. Agora, muitas vezes é preciso mudar o comportamento para que isso não ocorra novamente na vida do trabalhador.
Analisar o grau de sofrimento envolvido. O trabalho não é lugar para sofrer
Por Maria Inês Felippe
Em meio a um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, em que garantir a empregabilidade é uma das atitudes mais condizentes, surge uma pergunta bastante comum na esfera empresarial: “Quais são os sacrifícios válidos para se garantir o emprego?” Em alguns casos, não é percebido pelo assediado, deixando para lá, para não criar confusão.
A resposta é consenso geral quando tratada pelos especialistas de RH: nenhum. Por definição, sacrificar-se é privar-se em benefício de outrem. Uma coisa é o esforço, o desafio; a outra, é o sacrifício, o sofrimento. Em se tratando de relações trabalhistas, sofrer não deve ser condição, nem muito menos conseqüência, ainda mais quando é resultado de situações de humilhação, constrangimento e submissão. Situações estas que caracterizam o assédio moral.
O conceito, bem como a idéia, não é tão recente assim. O assédio moral no trabalho é um fenômeno antigo, mas que vem recebendo destaque pela mídia nos últimos tempos devido à tendência de tornar as relações de trabalho mais transparentes e justas. É um fenômeno mundial, que consiste em degradar as condições de trabalho por meio de ofensas, pressão e críticas excessivas das autoridades sobre seus subordinados.
O assédio moral acontece devido ao abuso do poder, provocando um cenário de discriminação dentro da empresa. As fases são: isolamento, desqualificação.
O medo do desemprego é uma das principais causas desse fenômeno. Para garantir seu emprego, o funcionário sujeita-se a atitudes antiprofissionais; o chefe, por seu lado, transfere toda a insegurança para sua equipe mediante atitudes autoritárias. "Quando o funcionário está com a auto-estima rebaixada, ele não se reconhece como profissional, ficando predisposto a qualquer tipo de assédio". Mas essa situação só prolifera quando favorecida por ambas as partes: chefes autoritários buscam funcionários submissos e vice-versa. A situação só irá perpetuar-se se o funcionário permitir”.
Investir em uma cultura estratégica de desenvolvimento humano como forma de substituir a competitividade de negócios diminui as chances de surgirem comportamentos negativos isolados, que tanto propiciam o assédio moral. Outro aspecto que devemos introduzir é a cultura de aprendizado, no lugar da punição, e a desmistificação das relações de poder, como soluções para o problema.
Enquanto não existir a gestão participativa, cooperativa, o cenário estará mais favorável à gestão pelo medo, propiciando atitudes típicas do assédio moral.
Em empresas onde o profissionalismo é ação prioritária, cria-se uma resistência a atitudes desse tipo. E se mesmo assim o assédio moral persistir, o funcionário terá armas suficientes para se livrar dele ou impedi-lo, pela denúncia ou pela busca dos responsáveis pela área de RH da empresa, que terão um posicionamento estratégico em relação ao problema.
Devemos garantir o emprego, desde que os esforços envolvidos estejam ao nosso alcance. Ser perseguido pelas injustiças de um chefe tirano, além de ser uma falta de respeito, compromete a dignidade de um profissional e o seu direito como cidadão.
Podemos entender o assédio moral como uma degradação deliberada das condições psicológicas do trabalho, em que prevalece uma relação de poder por parte da chefia e acarreta em baixa produtividade, falta de envolvimento, motivação e stress dos demais profissionais.
Como identificar
Há muitas formas de identificar características de assédio moral.
Algumas podem ser destacadas:
a liderança autoritária, de opressão, que funcione na base do “faça o que estou mandando”, “você é feito para fazer o que determino”, a filosofia de que “o gado engorda, pelos olhos do dono”;
as reuniões em que as pessoas são expostas a seus erros, tendo ignorados e desmerecidos seus acertos;
as broncas em público que ressaltem suas deficiências, com todas as pessoas conhecidas e desconhecidas fazendo parte da cena. Há casos em que são ressaltadas as “deficiências” do chefe diante de seus subordinados;
o excesso de trabalho, impossibilitando os acertos ou até mesmo a realização de projetos, que acabam expostos em público;
a falta de condições de trabalho, tanto físicas como psicológicas, recaindo em erros, colocando o executor à prova e, posteriormente, a punições;
o clima constante de fofocas, que denigrem a imagem das pessoas da empresa ou de terceiros;
as ameaças e as humilhações constantes;
a falta de ética para com clientes internos e externos;
as graves falhas na comunicação;
a ignorância ao isolar pessoas no ambiente de trabalho.
Como perceber as características do assediador e do assediado
Assediador- comportamento de prepotência , autoritarismo, sedução, ou aquele do tipo “raposa com pele de cordeiro”.
Assediado- em alguns casos pessoas com baixa estima ou os provocadores do assédio. Na maioria das vezes, as pessoas agem de acordo com o que lhe permitimos.
Pode-se perceber também, constantemente, um cenário de complementaridade - há chefes que buscam funcionários submissos e o inverso também ocorre.
Há empresas que buscam pessoas submissas para utilizar de seu poder, embora a grande maioria destas empresas apresentem baixos resultados, afinal, a improdutividade e a rotatividade são aparentes.
Da mesma forma, há pessoas que buscam na empresa uma proteção, que acabe favorecendo uma possível troca de favores.
A vítima escolhida, em alguns casos, passa a ser “bode expiatório”: seu comportamento é de isolamento, hostilização e ridicularização.
Como identificar os prejuízos
Desmotivação, falta de comprometimento, isolamento pessoal, stress são os prejuízos práticos e emocionais para o profissional, que comprometem sua identidade, dignidade, relacionamento e podem, até mesmo, ocasionar doenças físicas e mentais, inclusive por sintomas não aparentes.
Recentemente conheci um caso, em que a Diretora de uma grande empresa, em reunião com sua equipe, ressaltou a importância da dedicação exclusiva para a empresa, mesmo que tivesse que “abrir mão” da própria família, caso contrário seria passível de punição.
Pesquisas apontam que o assediado poderá chegar ao suicídio, fato este que acomete mais homens que mulheres.
Geralmente, um funcionário que se posiciona de maneira diferente da chefia, passa a ser isolado do grupo e rotulado.
A empresa não deve ter uma postura paternalista, mas deverá, sim, preservar a sanidade do trabalhador, evitando qualquer forma de comportamento que beire à humilhação.
O que deve ser feito
Palestra Informação para prevenção.
Investimento em uma cultura estratégica de desenvolvimento profissional e humano e não somente estratégia de negócio. Pessoas saudáveis; negócios saudáveis.
Gestão participativa e menos competitiva, pois é fácil identificar uma competição interna muito grande entre as pessoas da empresa, minimizando esforços para competição externa. Distribuição das bases de poder.
Formação de líderes, favorecendo melhoria nas relações interpessoais.
Substituição da cultura do medo, da punição pela confiança do desenvolvimento e da ética.
Empresas que privilegiam o profissionalismo enfraquecem a possibilidade de qualquer tipo de coerção e assédio.
Busca da complementaridade, não tendo como base o mais forte e o mais fraco e sim a formação de equipes multidisciplinares, em que cada um possui sua especialidade e seu valor.
Busca da profissionalização pelo trabalhador, elevando sua capacitação e agregando valor aos negócios, enaltecendo sua auto- estima, seu valor pessoal e impossibilitando qualquer tentativa de assédio. Colocar limites é bom para ambas as partes e em todo lugar.
Como fazer
Refletir acerca de todo o cenário acima e verificar a possibilidade de mudança do cenário da organização.
Reavaliar-se, fazendo uma auto-análise, ponderando até que ponto está provocando tal situação.
Decidir, frente a isso. Agora, muitas vezes é preciso mudar o comportamento para que isso não ocorra novamente na vida do trabalhador.
Analisar o grau de sofrimento envolvido. O trabalho não é lugar para sofrer
sábado, 2 de abril de 2011
Pensando em ficar grávida
Se a mulher estiver com intenção de engravidar, o melhor é conhecer a política que sua empresa tem com as gestantes que lá já houveram. Como é o procedimento e o tratamento que lhes é oferecido. Hoje em dia as empresas não perdoam nada, e muitas delas, esperam acabar o período que a mulher está protegida por lei para mandar embora. Uma crueldade. Tenha na cabeça que essa poderá ser uma possíbilidade, tenha planos de ação caso isso aconteça. E não desanime pois haverá uma boa empresa com as portas abertas para te receber. Esteja bem infomada sempre dos seus direitos! No meu caso, estava numa empresa onde não havia discrinação das mulheres, onde nossos direitos eram assegurados, tive meus dois filhos sem nenhum problema, fiz todos exames e fui a todos os médicos, além de ter meu período de licença maternidade e retorno garantido! Enfim, a gente escolhe ter um filho, e coloca muitas vezes nossos empregos em risco, pois as pessoas não tem compreensão que somos humanas, que precisamos ter laços afetivos, que precisamos educar e amar nossos filhos, assim estaremos deixando a humanidade melhor. Infelizmente, nós vêem como máquinas, e se esta "parar" joga fora, pois não presta. Além, de tantas outras políticas baixas. Então, minhas caras, estejam preparadas para tudo, pois a vida da trabalhadora é cruel, quando não se está numa empresa DIGNA!
Como conciliar a gravidez com o trabalho

Como conciliar a gravidez com o trabalho
escrito por Vivian em jul 26, 2010 em Curiosidades, Mundo e Negócios, Saúde | 0 comentários
Como conciliar a gravidez com o trabalho
Certamente o desejo de muitas mulheres que iniciam o processo de gestação é parar tudo e curtir o momento durante os longos nove meses. O problema é que muitas dessas futuras mamães são como todas as outras: trabalham, estudam, cuidam da casa, etc. Agora, realizar tudo isso carregando uma barriga que não pára de crescer não é tarefa fácil. O negócio é encarar o novo estágio da vida da melhor forma possível.
Se o seu trabalho exige algum tipo de esforço físico, reduza o peso ou a força aplicada. Se tiver que encarar longos lances de escada, suba e desça lentamente para evitar dores lombares. Para evitar os enjôos durante o horário de trabalho, a dica é fazer um lanchinho a cada três horas evitando excesso de líquidos.
Além disso, é importante estar atenta às alterações de humor. Pegue leve na rotina, você se sentirá cansada com mais facilidade e isso é perfeitamente natural. Uma dica é diminuir a carga horária a partir do 7º mês de gestação, mas caso se sinta bem realizando as tarefas do dia-a-dia, aproveite e curta uma gravidez sem traumas.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Prevenção e Combate a Incêndio JMC.wmv
O pânico toma conta de muitas pessoas, e nessa hora é iportante ter pessoas que saibam conduzir e acalmar os outros além de tomar as medidas cabíveis! Preparem os funcionários para o momento e se a empresa for grande, tenham uma equipe de brigada de incêndio.
O incêndio ocorre onde a prevenção falha
Fique ligado nisso em sua empresa! É super importante, além dos danos materias, temos vidas em nossas empresas!
O dia do fogo!!
No meu emprego anterior, passei por um momento inusitado. A gente costuma não acreditar nas pessoas que costumam brincar muito. Porém, não pensem em mais de 1 vez se a notícia for muito séria! Eu estava há pouco tempo lá e nunca havia passado por isso. Nesse dia resolvi almoçar no local e aproveitar o tempo para fazer um trabalho de um curso, durante o almoço fui surpreendida pela notícia de um patruleiro que entrou sala a dentro, ele disse que o prédio estava pegando fogo! Eu falei está brincando? Não é sério mesmo! Ah, meus amigos, coloquei minha viola no saco, peguei a bolsa e tudo meu que por um acaso estava comigo e fui embora sem olhar para trás. Mas houveram colegas que fizeram questão de desligar tudo. Cada um tem seu tempo diante da notícia, eu estava sozinha numa sala fechada, não pensei 2 vezes, não sabia a dimensão dos fatos, nem onde era. Estava no 9° andar, o ocorrido foi no 22°. Todos seguiam pela escada, alguns desesperados, até que de repente a luz apagou no 7° andar. Ainda bem, que eu já estava no 6°. Alguns desceram pela escada externa tendo que saltar do 2° andar. Chegando no terreo é que fui me informar da dimensão da coisa e do andar que havia sido. Logo, o fogo foi controlado. Mas não houve mais trabalho nesse dia. Uffa! Que susto! Enfim, o prédio muito antigo, muito papel, material inflamável, risco constante. Um dia para ficar na memória! Moral da história: Nunca dúvide de uma notícia grave, saia correndo! Acho que ninguém brincaria com uma coisa dessas!
quinta-feira, 31 de março de 2011
Vídeo Humorístico Sobre Segurança no Trabalho
Gente! Isso é terrível! Por favor, não repitam em casa!!! rsrsrs
Exemplo
É bom parar e pensar ... no que produzimos, são somente reflexo dos nossos atos! Tente ser melhor e fará a humanidade melhor!
Entendendo seu trabalho
Imagens que nos fazem pensar ...que trabalho tenho, que função eu ocupo, tá tudo bem, estou feliz para C......!!!! 

Piadas para descontrair
Não Leve Trabalho para Casa
Um funcionário da agência funerária está trabalhando à noite, para examinar corpos antes destes serem sepultados ou cremados.
Examina um corpo, identificado como José Chagas, que está pronto para ser cremado, e descobre que o defunto tem o maior bilau que ele já viu na vida.
- Desculpe, Sr. Chagas (Pensa o funcionário). Mas não posso mandá-lo para o crematório com essa coisa enorme. Ela tem que ser conservada para a posteridade!
Com um bisturi, remove o bilau do morto, guarda-o num frasco e vai para casa. A primeira pessoa a quem ele mostra a monstruosidade é sua mulher.
- Tenho algo inacreditável para te mostrar, querida. Nem vais acreditar!
Depois, abre o frasco e.... ao ver o conteúdo, a sua mulher grita, estarrecida:
- Oh, meu Deus!!!!! O Chagas morreu?!?!?
Moral da História:
JAMAIS LEVE TRABALHO PARA CASA!!!!!!!!!
-------------------------------------------------------------------------------------
Desculpa pro Patrão
O João pergunta ao patrão, o Sr. Campos:
- O Sr. Campos poderá dispensar-me esta tarde?... E que a minha mulher vai ter um filho.
- O homem, se e por causa disso, esta dispensado. Quando, no dia seguinte, o João chega ao emprego, o patrão pergunta-lhe:
- Então, correu tudo bem? Foi menino ou menina? - Correu tudo muito bem. Agora para saber se e menino ou menina temos de esperar nove meses.
-------------------------------------------------------------------------------------
Testando o Caráter
Certa vez, o dono de uma grande empresa resolve testar o caráter de um de seus empregados e resolve colocar quinhentos reais a mais no salário dele.
No dia do pagamento, ele deposita na conta do empregado o salário e os quinhentos reais a mais. Passaram-se duas semanas e nada do empregado falar algo e devolver os quinhentos reais.
Nisso o empresário pensou: Safado hein? Vou fazer o contrário agora, ao invés de colocar os quinhentos reais eu vou tirar quinhentos reais do salário dele e quero ver como ele vai reagir..
Dito e feito. Chegando novamente o dia do pagamento o empresario fez o que tinha planejado, ele tirou quinhentos reais do salário do empregado.
No dia seguinte o empregado entra rapidamente no escritório do empresário e fala:
- Olha aqui doutor, fui no banco ontem receber o meu salário e estava faltando quinhentos reais, o que aconteceu?
E o empresaáio responde:
- Ahã, seu safado! No pagamento anterior eu coloquei quinhentos reais a mais no teu salario e tu não falou nada, e agora, o que tu me diz?
O empregado responde:
- Olha, um erro eu tolero, mas dois não!!!
Um funcionário da agência funerária está trabalhando à noite, para examinar corpos antes destes serem sepultados ou cremados.
Examina um corpo, identificado como José Chagas, que está pronto para ser cremado, e descobre que o defunto tem o maior bilau que ele já viu na vida.
- Desculpe, Sr. Chagas (Pensa o funcionário). Mas não posso mandá-lo para o crematório com essa coisa enorme. Ela tem que ser conservada para a posteridade!
Com um bisturi, remove o bilau do morto, guarda-o num frasco e vai para casa. A primeira pessoa a quem ele mostra a monstruosidade é sua mulher.
- Tenho algo inacreditável para te mostrar, querida. Nem vais acreditar!
Depois, abre o frasco e.... ao ver o conteúdo, a sua mulher grita, estarrecida:
- Oh, meu Deus!!!!! O Chagas morreu?!?!?
Moral da História:
JAMAIS LEVE TRABALHO PARA CASA!!!!!!!!!
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Desculpa pro Patrão
O João pergunta ao patrão, o Sr. Campos:
- O Sr. Campos poderá dispensar-me esta tarde?... E que a minha mulher vai ter um filho.
- O homem, se e por causa disso, esta dispensado. Quando, no dia seguinte, o João chega ao emprego, o patrão pergunta-lhe:
- Então, correu tudo bem? Foi menino ou menina? - Correu tudo muito bem. Agora para saber se e menino ou menina temos de esperar nove meses.
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Testando o Caráter
Certa vez, o dono de uma grande empresa resolve testar o caráter de um de seus empregados e resolve colocar quinhentos reais a mais no salário dele.
No dia do pagamento, ele deposita na conta do empregado o salário e os quinhentos reais a mais. Passaram-se duas semanas e nada do empregado falar algo e devolver os quinhentos reais.
Nisso o empresário pensou: Safado hein? Vou fazer o contrário agora, ao invés de colocar os quinhentos reais eu vou tirar quinhentos reais do salário dele e quero ver como ele vai reagir..
Dito e feito. Chegando novamente o dia do pagamento o empresario fez o que tinha planejado, ele tirou quinhentos reais do salário do empregado.
No dia seguinte o empregado entra rapidamente no escritório do empresário e fala:
- Olha aqui doutor, fui no banco ontem receber o meu salário e estava faltando quinhentos reais, o que aconteceu?
E o empresaáio responde:
- Ahã, seu safado! No pagamento anterior eu coloquei quinhentos reais a mais no teu salario e tu não falou nada, e agora, o que tu me diz?
O empregado responde:
- Olha, um erro eu tolero, mas dois não!!!
Trabalhador pode receber vale-esporte
28/03 - Trabalhador pode receber vale-esporte
Boa notícia para os praticantes de esportes. O trabalhador que ganha até cinco salários mínimos (R$ 2.725,00) pode ser beneficiado com o vale-esporte no valor de R$ 50,00 por mês.
De acordo com o projeto de lei que cria a norma, a empresa que fornecer o vale pode descontar até 10% do valor do beneficio da remuneração do empregado. Quem recebe acima de R$ 2.725,00 também pode receber o vale-esporte. Para tanto, o desconto na renda será de 20% a 90% do valor do benefício, a depender do salário.
Pela proposta, o vale terá de ser fornecido em meio magnético, não terá natureza salarial, não constituirá base para a incidência do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) nem será incluído no rendimento tributável do beneficiário
Boa notícia para os praticantes de esportes. O trabalhador que ganha até cinco salários mínimos (R$ 2.725,00) pode ser beneficiado com o vale-esporte no valor de R$ 50,00 por mês.
De acordo com o projeto de lei que cria a norma, a empresa que fornecer o vale pode descontar até 10% do valor do beneficio da remuneração do empregado. Quem recebe acima de R$ 2.725,00 também pode receber o vale-esporte. Para tanto, o desconto na renda será de 20% a 90% do valor do benefício, a depender do salário.
Pela proposta, o vale terá de ser fornecido em meio magnético, não terá natureza salarial, não constituirá base para a incidência do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) nem será incluído no rendimento tributável do beneficiário
Como se comportar no primeiro dia de emprego

Como se comportar no primeiro dia de emprego
17 de abril, 2010
Você está em: home > Empregos > Como se comportar no primeiro dia de emprego Você esteve afastado do mercado de trabalho por muito tempo e agora, depois de passar por um longo processo de seleção, está novamente empregado. Durante pelo menos 3 meses você deve ficar sob observação, em um período de experiência, para finalmente ser efetivado pela empresa. Diante disso, o melhor é mostrar que está disposto a fazer um bom trabalho, ser um bom funcionário.
O primeiro dia é sempre muito importante pois marca o início da difícil tarefa de se adaptar ao ambiente de trabalho, aos companheiros, ao esquema de trabalho dos superiores e, acima de tudo, entender as normas da empresa.
O primeiro dia de emprego
No primeiro dia de trabalho procure levantar um pouco mais cedo do que o habitual. Levante pelo menos 1 hora antes do usual, tome um bom banho, um café reforçado e procure sair bem acordado para a jornada.
Procure analisar bem o percurso para chegar ao trabalho. Não caia em imprevistos como trânsito ou atraso de meios. Isso é quase impossível nas grandes capitais, mas se perceber que qualquer coisa do tipo vá acontecer procure sair mais cedo. Chegar atrasado no primeiro dia de trabalho causa uma má impressão e pode comprometer sua imagem de funcionário.
Ao chegar no ambiente de trabalho procure a pessoa que deverá te guiar apresentando o ambiente, companheiros e as tarefas. Demonstre interesse, mostre que está atento e bem disposto para receber instruções. Não se acanhe caso não tenha entendido o que deve ser feito. Pergunte caso não tenha entendido alguma instrução.
Caso tenha que lidar com contatos telefônicos procure aprender a saudação utilizada por funcionários da empresa. Aprenda a lidar com os ramais para não se perder a transmitir ligações importantes para ramais errados.
Pro-atividade é excelente, mas segure a onda por pelo menos alguns dias. Não tente revolucionar um ambiente de trabalho com inovações logo de início. Lembre-se o que seu chefe espera por um trabalho bem executado, no tempo esperado.
Não mostre antipatia com brincadeiras ou comparações com o funcionário que ocupou sua vaga anteriormente. Em caso de comparação procure se apresentar. Algumas pessoas procuram fazer este tipo de contato porque não houve uma apresentação adequada.
Nas horas de almoço ou intervalo não se isole. Acompanhe outros funcionários da refeição e participe dos assuntos abordados com atenção apenas. Procure não emitir opiniões sobre o que você desconhece. Limite-se a observar bem.
Não eleja inimigos logo de cara. Identifique apenas com que você poderá contar e que não está disposto a oferecer nenhum tipo de ajuda. Há pessoas que não gostam de servir de guia da empresa ou ensinar tarefas e é preciso entender isso, mas sempre existe alguém com vontade de ajudar que está ingressando na empresa.
Com estes pequenos cuidados e muita dedicação você alcançará o sucesso.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Tempo ocioso
O dia do sufoco
Bem, os piores momentos podem ser classificados também como momentos inesquecíveis! No último emprego, poucos dias depois do início do trabalho acordei com uma baita dor de barriga. Meu marido, se referindo a um menbro de sua família comentou. Vai faltar porque? Está com amidalite? Pois esse justificava suas faltas ao serviço dessa forma! Então assim que deu uma melhorada me arrumei e fui! Mais no caminho...dentro do ônibus, começou a me dar uma falta de ar, enjôou e simultaneamente minha barriga roncava, mas não era fome!!! Ainda não tinha chegado ao meu destino final. Pensei, melhor descer antes que dê alguma treta. Mais o ônubus demorou a parar. E o vômito veio, e eu estava em pé, a minha frente outra pessoa. Era um frescão, não tinha janelas abertas. Literalmente coloquei a mão na boca e engoli o vômito. E por baixo a coisa também desandou, mas já era água pura. E somente foi descer do ônibus que saia por cima e por baixo. Uma moça com pena me oferecia um epocler. Mais mal conseguia respirar e ainda tinha medo de aceitar coisas de estranhos. Ela insistia. Resolvi pegar e fingir que bebia. Agradeci. Ela perguntou onde eu trabalhava. Eu disse longe moça. Vou ligar para meu marido. Ela falou vá de ônibus para o trabalho, eu disse não posso estou toda suja, ela olhou com cara de nojo e pena ao mesmo tempo! Liguei e esse falou que era melhor ir até o trabalho dele que seria mais rápido. Peguei um taxi! Pensei será que forro o banco do carro com algo, mas achei que ele poderia recusar a corrida. Taxista é fogo! Entrei e sentei assim mesmo. Chegando lá meu marido pagou o taxi. Fui tomar banho no banheiro dos faxineiros, usei o sabão que tinha lá, me sequei com papel toalha, vesti uma calça de faxineira, uma blusa da colega do meu marido e sai em direção ao meu trabalho, com aquela roupa esquisita e nada fashion! Esperei as lojas abrirem, pois ainda era cedo, comprei outra calça, que era maior que eu, dobrei e prendi com clip! Passei o resto do dia bem... mas vou te contar ... ficou marcado esse dia como o dia do SUFOCO!
Furos de um novato
Vocês devem estar se perguntando, ninguém trabalha nesse lugar? Incrível que pareceça sim, e com proodução. Os loucos são controlados. E havia certa liberdade, o que poderia deixar as pessoas se sentindo em casa. Mas o fato é que novos tempos vieram, novos chefes também e a coisa anda mudada, pois o local se tornou pequeno, e há necessidade ainda maior de silêncio e respeito ao trabalho alheio. Tive mais duas chefes diferentes, sem nenhum problema com elas. Tive mais problemas com colegas que não queriam trabalhar em equipe. Resolvi deixar aquela figura de lado. Que me disse com todas as letras que temos que tirar proveito das coisas. Tirar proveito para ele é fingir trabalho, faltar e deixar que os outros trabalhem por ele. Agora vou contar outra história, quando a gente é nova costuma não ver maldades nas coisas. Em outro lugar cometi um baita furo, o furo da falta de informação. Sempre recebi ligações de uma determinada mulher para um chefe, este morava em BH e passava a semana no Rio. Um dia quando ele estava reunido com outros colegas falei, Sr. fulano a Sra. Beltrana, sua esposa, está ao telefone. Moral da história: Nunca mais dei nome aos bois! Fui informada que aquela era a amante, também porque não me avisaram, rsrsrs O homem ficou roxo, e eu sem entender nada, até que tudo ficou exclarecido! Outra foi que no primeiro emprego, fui chamar o vice-chefe que estava passando FAX com o jornal no banheiro para atender o telefone, levei um baita fora. Nunca mais chamei ninguém no banheiro para atender o telefone, nem se fosse o Presidente da República. O vice-chefe era um homem tão grosseiro, que seu fora me rendeu umas lágrimas no corredor, mas aprendi. Vivendo e aprendendo! Novatos leiam e aprendam ...pois na prátia é muito chato!
terça-feira, 29 de março de 2011
Rhodia demite funcionários vítimas de acidente de trabalho na Baixada Santista e enfrenta protestos
Rhodia demite funcionários vítimas de acidente de trabalho na Baixada Santista e enfrenta protestos
Felipe Pupo
Especial para o UOL Notícias
Em Santos
Sindicato dos Químicos da Baixada Santista realiza protesto em frente ao prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na avenida Paulista na última terça-feira
Após demitir 10 funcionários que foram vítimas de acidente de trabalho há cerca de 20 anos, a multinacional Rhodia está sendo acusada pelos trabalhadores de descumprir o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado junto ao Ministério Público e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e de Fertilizantes da Baixada Santista em 1995.
No final do ano passado, trabalhadores realizaram testes regulares e o resultado dos exames apontou que 10 trabalhadores estavam fora do “quadro suspeito”, ou seja, não apresentavam mais risco de doença pelo fato de terem trabalhado na Rhodia anteriormente. Esse fato gerou uma onda de protestos entre os trabalhadores, que reclamam de uma possível quebra de contrato pela empresa.
ENTENDA O CASO
A unidade da Rodhia em Cubatão (SP), na Baixada Santista, foi fechada em 1993, quando a empresa foi alvo de uma série de acusações envolvendo emissão de poluentes e lixo tóxico no meio ambiente.
Os problemas começaram a surgir em meados da década de 1980. Em 15 anos de atividade, a fábrica despejou cerca de 12 mil toneladas de resíduos químicos no solo, o que prejudicou consideravelmente a qualidade do ar e da água no município. A contaminação do meio ambiente provocou ainda danos ao ecossistema e à saúde de 158 de trabalhadores. De acordo com o sindicato, já foram registradas 10 mortes pela contaminação desde 1993.
Para solucionar o impasse, o sindicato, a empresa e o Ministério Público firmaram um acordo, por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em 1995, que estabelecia a garantia provisória de emprego a funcionários que sofrem com doenças ligadas à contaminação de produtos tóxicos que havia na antiga fábrica. O acordo estipulou que os empregados teriam direito a salários, benefícios trabalhistas e atendimento médico no Hospital Albert Einstein.
“É uma contaminação que permanece no organismo durante anos. Por isso, é necessário que os trabalhadores continuem recebendo os benefícios para que não venha ocorrer nenhum problema mais grave”, afirma Herbert de Passos Filhos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e de Fertilizantes da Baixada Santista.
Além disso, o sindicato protocolou uma denúncia no Ministério Público do Trabalho contestando a lisura dos exames médicos. A categoria questiona o fato de o médico ter trabalhado como diretor da Rhodia entre 1994 e 1998. “O laudo deve ser desconsiderado porque o Conselho de Medicina desaprova esse tipo de conduta. Como se trata de um ex-funcionário, ele pode ficar comprometido com a avaliação dos exames”, aponta.
O metalúrgico Juarez Nogueira, 57, trabalhou durante sete anos como operador geral, na área de incineração de resíduos sólidos. Ele ingressou na fábrica de Cubatão, em 1986, período em que começaram a aparecer os problemas mais graves de contaminação de poluentes tóxicos. Ele conta que ficou indignado com a decisão de demitir os trabalhadores. “Há pessoas que sofrem de doenças graves, como o câncer, e necessitam de assistência médica”, aponta.
A disputa entre o sindicato e a empresa deve ganhar novos capítulos na justiça. Por enquanto, as demissões foram suspensas provisoriamente pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) até o julgamento do mérito de ação impetrada pelo sindicato dos trabalhadores.
Outro lado
De acordo com o diretor industrial da Rodhia, Gerson de Olievira, a empresa tem cumprido rigorosamente o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado junto ao Ministério Público e o Sindicato dos Químicos da Baixada.
O diretor garante que os empregados comunicados de dispensa se encontram fora do quadro suspeito, portanto, não apresentam riscos de doença pelo fato de terem trabalhado na Rhodia anteriormente. “O acordo firmado no TAC prevê que, se o trabalhador estiver fora do quadro suspeito, ele será desligado da lista de beneficiados que recebem salário e assistência médica. Portanto, a decisão da empresa é legítima, amparada pelos termos do acordo”, diz.
Questionado sobre a relação do médico que emitiu o laudo com a empresa, ele diz que ficou surpreso com a informação de que o profissional de saúde havia trabalhado na Rodhia anteriormente. Mesmo assim, Oliveira aponta que esse fato não pode colocar em xeque a qualidade do trabalho realizado no Hospital Albert Einstein. “Trata-se de uma instituição idônea e competente. Jamais iríamos levantar suspeitas quanto ao trabalho da equipe médica”. “É o próprio hospital que escolhe os profissionais de saúde que participarão das perícias médicas. Portanto, não há qualquer interferência.
Ministério do Trabalho
Como não houve acordo entre a empresa e o sindicato, o caso foi parar nas bancas da Diretoria Regional do Ministério do Trabalho, em Santos. A instituição informou que está realizando uma força-tarefa para a fiscalização da Rhodia, na Baixada Santista. Rosângela Mendes Ribeiro, gerente-regional do trabalho e emprego em Santos, explicou que está será averiguado, também, o prontuário dos trabalhadores. Rosângela afirmou que o resultado final será divulgado.
Felipe Pupo
Especial para o UOL Notícias
Em Santos
Sindicato dos Químicos da Baixada Santista realiza protesto em frente ao prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na avenida Paulista na última terça-feira
Após demitir 10 funcionários que foram vítimas de acidente de trabalho há cerca de 20 anos, a multinacional Rhodia está sendo acusada pelos trabalhadores de descumprir o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado junto ao Ministério Público e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e de Fertilizantes da Baixada Santista em 1995.
No final do ano passado, trabalhadores realizaram testes regulares e o resultado dos exames apontou que 10 trabalhadores estavam fora do “quadro suspeito”, ou seja, não apresentavam mais risco de doença pelo fato de terem trabalhado na Rhodia anteriormente. Esse fato gerou uma onda de protestos entre os trabalhadores, que reclamam de uma possível quebra de contrato pela empresa.
ENTENDA O CASO
A unidade da Rodhia em Cubatão (SP), na Baixada Santista, foi fechada em 1993, quando a empresa foi alvo de uma série de acusações envolvendo emissão de poluentes e lixo tóxico no meio ambiente.
Os problemas começaram a surgir em meados da década de 1980. Em 15 anos de atividade, a fábrica despejou cerca de 12 mil toneladas de resíduos químicos no solo, o que prejudicou consideravelmente a qualidade do ar e da água no município. A contaminação do meio ambiente provocou ainda danos ao ecossistema e à saúde de 158 de trabalhadores. De acordo com o sindicato, já foram registradas 10 mortes pela contaminação desde 1993.
Para solucionar o impasse, o sindicato, a empresa e o Ministério Público firmaram um acordo, por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em 1995, que estabelecia a garantia provisória de emprego a funcionários que sofrem com doenças ligadas à contaminação de produtos tóxicos que havia na antiga fábrica. O acordo estipulou que os empregados teriam direito a salários, benefícios trabalhistas e atendimento médico no Hospital Albert Einstein.
“É uma contaminação que permanece no organismo durante anos. Por isso, é necessário que os trabalhadores continuem recebendo os benefícios para que não venha ocorrer nenhum problema mais grave”, afirma Herbert de Passos Filhos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e de Fertilizantes da Baixada Santista.
Além disso, o sindicato protocolou uma denúncia no Ministério Público do Trabalho contestando a lisura dos exames médicos. A categoria questiona o fato de o médico ter trabalhado como diretor da Rhodia entre 1994 e 1998. “O laudo deve ser desconsiderado porque o Conselho de Medicina desaprova esse tipo de conduta. Como se trata de um ex-funcionário, ele pode ficar comprometido com a avaliação dos exames”, aponta.
O metalúrgico Juarez Nogueira, 57, trabalhou durante sete anos como operador geral, na área de incineração de resíduos sólidos. Ele ingressou na fábrica de Cubatão, em 1986, período em que começaram a aparecer os problemas mais graves de contaminação de poluentes tóxicos. Ele conta que ficou indignado com a decisão de demitir os trabalhadores. “Há pessoas que sofrem de doenças graves, como o câncer, e necessitam de assistência médica”, aponta.
A disputa entre o sindicato e a empresa deve ganhar novos capítulos na justiça. Por enquanto, as demissões foram suspensas provisoriamente pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) até o julgamento do mérito de ação impetrada pelo sindicato dos trabalhadores.
Outro lado
De acordo com o diretor industrial da Rodhia, Gerson de Olievira, a empresa tem cumprido rigorosamente o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado junto ao Ministério Público e o Sindicato dos Químicos da Baixada.
O diretor garante que os empregados comunicados de dispensa se encontram fora do quadro suspeito, portanto, não apresentam riscos de doença pelo fato de terem trabalhado na Rhodia anteriormente. “O acordo firmado no TAC prevê que, se o trabalhador estiver fora do quadro suspeito, ele será desligado da lista de beneficiados que recebem salário e assistência médica. Portanto, a decisão da empresa é legítima, amparada pelos termos do acordo”, diz.
Questionado sobre a relação do médico que emitiu o laudo com a empresa, ele diz que ficou surpreso com a informação de que o profissional de saúde havia trabalhado na Rodhia anteriormente. Mesmo assim, Oliveira aponta que esse fato não pode colocar em xeque a qualidade do trabalho realizado no Hospital Albert Einstein. “Trata-se de uma instituição idônea e competente. Jamais iríamos levantar suspeitas quanto ao trabalho da equipe médica”. “É o próprio hospital que escolhe os profissionais de saúde que participarão das perícias médicas. Portanto, não há qualquer interferência.
Ministério do Trabalho
Como não houve acordo entre a empresa e o sindicato, o caso foi parar nas bancas da Diretoria Regional do Ministério do Trabalho, em Santos. A instituição informou que está realizando uma força-tarefa para a fiscalização da Rhodia, na Baixada Santista. Rosângela Mendes Ribeiro, gerente-regional do trabalho e emprego em Santos, explicou que está será averiguado, também, o prontuário dos trabalhadores. Rosângela afirmou que o resultado final será divulgado.
Pensamentos para reflexão
Quando nada parece dar certo, vou ver o cortador de pedras a martelar numa rocha talvez 100 vezes, sem que uma única rachadura apareça. Mas na centésima primeira martelada a pedra abre-se em duas e eu sei que não foi aquela que conseguiu isso, mas todas as que vieram antes.
(Jacob Riis)
Só aqueles que têm paciência para fazer coisas simples com perfeição é que irão adquirir habilidade para fazer coisas difíceis com facilidade.
(Johann Christoph Von Schiller)
A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma.
(John Ruskin)
Os preguiçosos estão sempre a falar do que tencionam fazer, do que hão-de realizar; aqueles que verdadeiramente fazem alguma coisa não têm tempo de falar nem sequer do que fazem.
(Goethe)
Os dias prósperos não vêm por acaso; são granjeados, como as searas, com muita fadiga e com muitos intervalos de desalento.
(Camilo C. Branco)
O verdadeiro mérito é como os rios: quanto mais profundo, menos ruído faz.
(Halifax)
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(Jacob Riis)
Só aqueles que têm paciência para fazer coisas simples com perfeição é que irão adquirir habilidade para fazer coisas difíceis com facilidade.
(Johann Christoph Von Schiller)
A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma.
(John Ruskin)
Os preguiçosos estão sempre a falar do que tencionam fazer, do que hão-de realizar; aqueles que verdadeiramente fazem alguma coisa não têm tempo de falar nem sequer do que fazem.
(Goethe)
Os dias prósperos não vêm por acaso; são granjeados, como as searas, com muita fadiga e com muitos intervalos de desalento.
(Camilo C. Branco)
O verdadeiro mérito é como os rios: quanto mais profundo, menos ruído faz.
(Halifax)
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15 itens para se conviver em grupo
15 itens para se conviver em grupo
1 Não espere perfeição dos outros.
2 Escolha cuidadosamente suas brigas.
3 Fale diretamente com a pessoa envolvida no problema.
4 Sempre discuta a questão em ambiente adequado.
5 Mantenha o auto controle.
6 Fique voltado para a ação central
7 Esteja aberto à outras perspectivas.
8 Não permita que os problemas se acumulem.
9 Proteja a auto estima da outra pessoa.
10 Seja diplomático.
11 Saiba encerrar uma discussão.
12 Lembre-se que você pode precisar de um intermediário.
13 Saiba abandonar um conflito que não será resolvido.
14 Não use desagrado pessoal no ambiente de trabalho.
15 Não viole outras regras.
1 Não espere perfeição dos outros.
2 Escolha cuidadosamente suas brigas.
3 Fale diretamente com a pessoa envolvida no problema.
4 Sempre discuta a questão em ambiente adequado.
5 Mantenha o auto controle.
6 Fique voltado para a ação central
7 Esteja aberto à outras perspectivas.
8 Não permita que os problemas se acumulem.
9 Proteja a auto estima da outra pessoa.
10 Seja diplomático.
11 Saiba encerrar uma discussão.
12 Lembre-se que você pode precisar de um intermediário.
13 Saiba abandonar um conflito que não será resolvido.
14 Não use desagrado pessoal no ambiente de trabalho.
15 Não viole outras regras.
Entra em cena o IBAMA
Em 3 meses tinha estabelecido meu lugar com a demonstração de meu trabalho e modesta parte simpátia. A vaga era temporária mais com isso consegui ficar, arrumaram uma vaga para mim de uma colega que estava saindo. A Diretora agora foi para um departamento e quis me levar junto, prontamente fui. Afinal, ainda me sentia uma estranha no ninho na Diretoria. Chegando lá, fui muito bem recebida por meu novo colega e logo se insalaram laços de amizade. Era um setor de pessoas muito bacanas, com suas qualidades e defeitos, e quem trabalhava lá? O Sr. esquisito, o engenheiro em que falei que procura uma moça para ter 4 filhos. O trabalho era tranquilo, e havia muita paz. Fiquei com essa chefe lá, até que ela foi assumir outra diretoria. Dessa vez como pertencia a outra não me liberaram, fiquei com o novo chefe. Um sujeito que chegou cheio de disposição para trabalhar e colocar a casa em ordem. Gente boa também, adorava tocar um cavaquinho e divertir a galera! Só não fui bem recebi por uma sujeita terceirizada que nem eu! A sargentona! Só poderia ser louca varrida. Ela se vestia parecida com homem e falava feito homem. Insuportável. Se achava o supra-sumo, a insubstituível, criou tanto caso que um dia bateu de frente com o chefe dizendo que não ia insinar o serviço, a paciência dele estorou e nenhum outro departamento, já conhecendo a moça a aceitou. Foi embora graça ao bom DEUS! Vocês vão me perguntar cadê as histórias engraçadas? Um belo dia entro no banheiro e encontro uma servidora lavando os pés na pia. Em outro, encontro um colega esticado no chão, estaria morto, desmaiado? Não! Fazendo Ioga!!! São pequenas coisas inesquecíveis que somente lá eu vivi! Tinha também um colega que morava na roça que deixava as suas marcas no chão, apenas com a lama seca dos sapatos! Ou as piadas sem graça do Sr. esquesito! Ou o dia em que ele resolveu decorar o setor com passarinhos de plástico vindos da China e ainda resolvia colocar para fazer piu-piu! Mais houve um boicote com esses pobres coitados e foram libertados pelo IBAMA!!! hahaha Não irei contar tudo agora, vou deixar vocês com gosto de quero mais!
segunda-feira, 28 de março de 2011
ESTRESSE NO TRABALHO
Refletindo sobre a sua vida e saúde... se você se encontra assim, mude de vida e procure um médico!
Muita calma nessa hora!
Pessoal, os vídeos a seguir não são aconselhaveis para pessoas com alto grau de stress. Afinal eu sei que todo mundo já teve seu dia de fúria e teve muita vontade de cometer uma coisa dessas. Mais provavelmente o final das histórias não foram muito bons, talvez demissão, processos e etc. Então vamos dar uma espiadinha e rir, porque todo mundo tem um pouco de loucura, mas a totalidade pertence a esses belos interpretes.
Ilustrando a história (momento da risada)
Um casal de português ia voltar para Portugual, no entanto, queriam levar um gambá do Brasil para mostrar a seus amigos. Quando chegaram no aeroporto, foram barrados pelo policial que, por sua vez, disse que era proibido exportação de animais brasileiros.
O casal queria levar o bichinho de qualquer maneira, até que Manoel teve uma idéia:
-Mulher, tive uma grande idéia!
-Que idéia é esa, Manoel?
-Vamos colocar o bicho na sua calcinha, e embarcamos sem que ninguem desconfie de nada.
-Mas Manoel, e a catinga?!
-Ah...o gambá que se vire!!!
-------------------------------------------------------------------------------------
O que acontece quando dois gambas discutem?
- A coisa fede.
-------------------------------------------------------------------------------------
Sabe Qual é o Cúmulo da Sacanagem?
R:
É um gambazinho CEGO seguindo um peido 10 anos pensando ser sua mãe.
O casal queria levar o bichinho de qualquer maneira, até que Manoel teve uma idéia:
-Mulher, tive uma grande idéia!
-Que idéia é esa, Manoel?
-Vamos colocar o bicho na sua calcinha, e embarcamos sem que ninguem desconfie de nada.
-Mas Manoel, e a catinga?!
-Ah...o gambá que se vire!!!
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O que acontece quando dois gambas discutem?
- A coisa fede.
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Sabe Qual é o Cúmulo da Sacanagem?
R:
É um gambazinho CEGO seguindo um peido 10 anos pensando ser sua mãe.
Um colega chamado gamba
Então, enquanto eu quiemava a cabeça tentando aprender o novo serviço em uma sala sozinha, apareceu uma figura muito engraçada sala à dentro, fazendo muitas perguntas, se eu era estagiária, em que era formada e etc. , no final de tudo me entregou um cartão que dizia assim:
Fulano de tal
Engeheiro pela XXX
Mestrado pela XXX
Doutorado pela xxx
Solteiro
Endereço e telefone
Fiquei olhando para aquilo sem nada entender, então pensei já tenho família com engenheiro, não preciso de um. O esquesito era no final ter a palavra solteiro e ainda endereço. Fiquei pensando o que teria uma coisa com a outra. Peguei e rasguei. Aí começaram a chegar as histórias. Fulano de tal era um solteirão de mais de 50 anos em busca da uma reprodutora para os seus pretensos 4 filhos. Ele estaria em busca de uma mulher solteira, instruída, com boa saúde e que não quisesse se casar. Afinal, ele já teria uma namorada de 60 anos, com a qual ele ajudaria a criar gambas. O pior ou melhor, ainda tirava fotos das "criançinhas", oferecia algumas em adoção, realmente era algo surpeendente! Ilário! Ele é muito conhecido no órgão, porque igual a ele não tem. Se fosse chefe, heim? Ainda bem que ninguém permitiu uma coisa dessas. Bem que ele queria! Todo louco quer ser chefe um dia! A sua procura era destinada mais a moças do trabalho, já que poderia namorar sem ter muito problema, afinal não queria ir longe para isso. Chegou um dia a pedir permissão ao chefe para isso, óbvio que lhe foi negado. Como uma criatura dessas consegue ser DOUTOR!!!! Mais conseguiu, era uma pessoa de muitos conhecimentos, porém não conseguia colocar os pensamentos em ordem. Falava coisas totalmente sem noção. Um dia chegou para um colega que estava quase se aposentando, este nervoso com seus problemas de saúde, e disse isso não é nada não, meu pais só perdeu a perna! Sabia tudo sobre como ter filhos ... quando tive meu segundo, perguntou você tem dois meninos, nê? Eu disse sim. Se você quiser mais um eu sei como fazer para ter uma menina e começou a falar, mas então eu falei rapidamente, mais eu não quero mais nenhum filho!!! Essas são algumas das histórias dele, mais tem muito mais!!!
domingo, 27 de março de 2011
Chefe gente fina
Chegando com a cara e a coragem, sem entender nada dos assuntos tratados daquela empresa pública em que fui contratada como funcionária terceirizada. Começei arregaçando as mangas e lendo até tentar entender alguma coisa, durou 2 dias. Enfim, pensei preciso começar a trabalhar e começei pegando as coisas e comparando. Nesse aspecto me saí muito bem. Não cometi nenhum erro. E coloquei 2 estantes inteiras em ordem. Fui supervisionada por um servidor antigo. E dali começei a aprender muitos outros serviços. Nesse local, fiquei 6 anos e com muitas histórias engraçadas para contar. Minha primeira chefe, que era a Diretora, era uma pessoa discreta e educada, estilo gente fina. Finalmente, mais uma chefe gente fina! Não é todo lugar que encontramos chefe- mala, mas encontramos colegas assim, mas também gente muito especíal. Hoje, vou deixar vocês com gostinho de quero mais. Afinal, ando com pressa e tenho que dedicar um tempo bacana nessas histórias...até amanhã.
Criatividade
Vamos falar da criatividade, ela é uma arma para superar todos os problemas, atritos com o chefe e a vida organizacional. Não é fácil conviver horas com pessoas de origem e pensamentos diferentes, então uma piada sempre cai bem, claro dependendo do momento e para quem você vai contar e principalmente quem é o chefe. Só conte piadas de chefe para o seu, somente se ele for dremenda boa praça, caso contrário, você poderá perder seu emprego. Como já contei, nem todo chefe tolera piadas, risos e alegria. Se quiser manter o emprego, faça o tipo do seu chefe e empresa, hoje em dia a concorrência é grande e a gente tem que se adaptar ao sistema, se não com certeza vão procurar uma pessoa que o faça.
Rir é o melhor remédio 2
Quatro baianos acabam de assaltar um banco e chegam ao esconderijo. O mais ansioso deles pergunta ao chefe da quadrilha:
— E aí? Vamô contar o dinheiro, meu rei?
— Och! Pra que todo esse trabalhão? — disse o chefe.
— Vamos esperar o noticiário da TV pra saber!
=====================================================================================
Conversa entre o empregado e o chefe:
- Chefe, nossos arquivos estão super lotados, posso jogar fora os que tem mais de 10 anos?
- Sim, mas antes tire uma copia de todos.
=====================================================================================
No início da humanidade, quando Deus criou o corpo humano, os órgãos vitais do mesmo começaram a discutir sobre quem seria o chefe.
O cérebro expôs:
- Eu devo ser o chefe já que ordeno o funcionamento de todos vocês!
Os olhos argumentaram:
- Nós devíamos ser os chefes porque guiamos todo o corpo!
O coração não gostou da idéia e disse:
- Então, eu deveria ser o chefe porque levo o sangue para que todos vocês funcionem!
até que veio uma voz lá do intestino:
- Eu é que tenho que ser o chefe!
Era a merda se manifestando. Todos gargalharam da atitude da fedorenta.
E então a merda resolveu ficar 5 dias sem sair. Aí a coisa ficou preta!
O cérebro retardava. O estômago doía. Os olhos nublavam-se. O coração ameaçava parar...
E, então, todos gritaram:
- Salve grande merda, chefe do corpo!
E, desde esse momento, qualquer merda é chefe!
=====================================================================================
Aquela secretária loira, que todos chamavam injustamente de burra,
foi ao gabinete do chefe pela manhã e viu que ele estava iniciando o seu computador.
Muito esperta,
segundo ela mesma, ela resolveu espiar, tentando descobrir a senha do patrão, que todos tanto queriam saber.
— Se eu descobrir, o pessoal do escritório nunca mais vai me chamar de burra! — pensou ela.
Depois de alguns instantes puxando assunto com o chefe, ele digitou a tão esperada senha e ela espiou atenta. Então se apressou em encerrar o assunto com o chefe e saiu
em disparada, sussurrando para os colegas:
— Descobri, descobri! Agora eu sei a senha do chefinho!
— Nossa, não acredito que você conseguiu! — exclamou uma amiga. — mas então fala logo pra gente!
Qual é a senha do chefe?
E a loira, toda confiante, de peito estufado, responde:
— Asterisco, asterisco, asterisco, asterisco e asterisco!
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— E aí? Vamô contar o dinheiro, meu rei?
— Och! Pra que todo esse trabalhão? — disse o chefe.
— Vamos esperar o noticiário da TV pra saber!
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Conversa entre o empregado e o chefe:
- Chefe, nossos arquivos estão super lotados, posso jogar fora os que tem mais de 10 anos?
- Sim, mas antes tire uma copia de todos.
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No início da humanidade, quando Deus criou o corpo humano, os órgãos vitais do mesmo começaram a discutir sobre quem seria o chefe.
O cérebro expôs:
- Eu devo ser o chefe já que ordeno o funcionamento de todos vocês!
Os olhos argumentaram:
- Nós devíamos ser os chefes porque guiamos todo o corpo!
O coração não gostou da idéia e disse:
- Então, eu deveria ser o chefe porque levo o sangue para que todos vocês funcionem!
até que veio uma voz lá do intestino:
- Eu é que tenho que ser o chefe!
Era a merda se manifestando. Todos gargalharam da atitude da fedorenta.
E então a merda resolveu ficar 5 dias sem sair. Aí a coisa ficou preta!
O cérebro retardava. O estômago doía. Os olhos nublavam-se. O coração ameaçava parar...
E, então, todos gritaram:
- Salve grande merda, chefe do corpo!
E, desde esse momento, qualquer merda é chefe!
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Aquela secretária loira, que todos chamavam injustamente de burra,
foi ao gabinete do chefe pela manhã e viu que ele estava iniciando o seu computador.
Muito esperta,
segundo ela mesma, ela resolveu espiar, tentando descobrir a senha do patrão, que todos tanto queriam saber.
— Se eu descobrir, o pessoal do escritório nunca mais vai me chamar de burra! — pensou ela.
Depois de alguns instantes puxando assunto com o chefe, ele digitou a tão esperada senha e ela espiou atenta. Então se apressou em encerrar o assunto com o chefe e saiu
em disparada, sussurrando para os colegas:
— Descobri, descobri! Agora eu sei a senha do chefinho!
— Nossa, não acredito que você conseguiu! — exclamou uma amiga. — mas então fala logo pra gente!
Qual é a senha do chefe?
E a loira, toda confiante, de peito estufado, responde:
— Asterisco, asterisco, asterisco, asterisco e asterisco!
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sábado, 26 de março de 2011
Assédio moral deve ser denunciado - Notícia Jornal Hoje 24/03/11
Assédio moral deve ser denunciado - Notícia Jornal Hoje 24/03/11
Uma brasileira que mora na Grã-Bretanha foi notícia no mundo inteiro porque ganhou na justiça britânica uma indenização de 142 mil libras, cerca de R$ 387 mil, por assédio moral.
Veruska Donato
São Paulo, SP
imprimir A brasileira disse que era discriminada por causa de sua voz e porque era de origem latina. Os colegas chegaram a perguntar se ela usava drogas e a moça entrou em depressão.
Situações assim são cada vez mais comuns no Brasil. Só no ano passado o Tribunal Superior do Trabalho julgou 656 casos de assédio moral.
“Ele xingava, ele humilhava, ele não tinha restrição para repreender os funcionários”, diz Rejane Morais, fiscal de caixa. A acusação é de ex-funcionários de uma loja de departamentos em Salvador. Eles entraram na Justiça contra um gerente.
“Vocês vão ter que pagar mico, se vestir de baiana ou de bruxa. Foi quando ele falou comigo ‘nossa Edilson, você nem precisou do nariz de bruxa’. Eu só virei olhei para as pessoas e todo mundo dando risada”, conta o comerciário Edilson Monteiro.
O caso faz parte de um tipo de processo cada vez mais comum. Só no ano passado o Tribunal Superior do Trabalho julgou 656 casos de assédio moral.
Assédio moral é o constrangimento constante do trabalhador de tal forma que acabe comprometendo a dignidade, a saúde física ou mental ou a própria carreira profissional.
Logo que entrou com uma ação contra a loja de calçados onde trabalhava em São Paulo, o vendedor Rogério foi demitido. “Me senti perseguido desde o início. Pedia que fosse colocar caixa no lugar, pedia para repetir várias vezes mesma função”, conta o rapaz que não quis se identificar.
Esse é só um dos exemplos de assédio moral, mas há outros:
- ameaças constantes de demissão
- ofensas pessoais
- sobrecarrega de horário
- impedir que os colegas se relacionem com a vítima
Os advogados orientam as vítimas a registrar tudo o que puder servir de prova. Anotar tudo, hora e local das agressões. Só converse com o agressor na presença de testemunhas e procure chamar a atenção dos colegas para o que acontece.
Entre os bancários, preocupava a quantidade enorme de afastamentos do trabalho por depressão. Em São Paulo, o sindicato descobriu que boa parte das licenças era causada pelo assédio moral.
“Assédio moral não é doença, mas ele causa doença. Trabalhador não bate meta, tem medo de perder seu emprego. Ela não tem espaço para dialogar, quais dificuldades, porque não bateu e aí vem punição”, explica Walcir Previtale, secretário de saúde do sindicato dos Bancários São Paulo, Osasco e região.
Quem achar que está sendo vítima de assédio pode procurar o sindicato de sua categoria profissional.
Se o trabalhador preferir pode ir direto ao Ministério Público do Trabalho. Lá existe um pessoal preparado para orientar, investigar e acolher denúncias que podem ser feitas no anonimato. O atendimento é de graça.
-------------------------------------------------------------------------------------
"Ainda bem que o mundo está mudando, e os trabalhadores estão percebendo aonde termina o trabalho e onde começa o abuso! Pena que muitos chefes ainda não se deram ainda conta disso. Tomara que eles acordem antes de ir parar atrás das grades. Porque quando isso virar moda, o que vai ter de gente mudando de endereço..."
Uma brasileira que mora na Grã-Bretanha foi notícia no mundo inteiro porque ganhou na justiça britânica uma indenização de 142 mil libras, cerca de R$ 387 mil, por assédio moral.
Veruska Donato
São Paulo, SP
imprimir A brasileira disse que era discriminada por causa de sua voz e porque era de origem latina. Os colegas chegaram a perguntar se ela usava drogas e a moça entrou em depressão.
Situações assim são cada vez mais comuns no Brasil. Só no ano passado o Tribunal Superior do Trabalho julgou 656 casos de assédio moral.
“Ele xingava, ele humilhava, ele não tinha restrição para repreender os funcionários”, diz Rejane Morais, fiscal de caixa. A acusação é de ex-funcionários de uma loja de departamentos em Salvador. Eles entraram na Justiça contra um gerente.
“Vocês vão ter que pagar mico, se vestir de baiana ou de bruxa. Foi quando ele falou comigo ‘nossa Edilson, você nem precisou do nariz de bruxa’. Eu só virei olhei para as pessoas e todo mundo dando risada”, conta o comerciário Edilson Monteiro.
O caso faz parte de um tipo de processo cada vez mais comum. Só no ano passado o Tribunal Superior do Trabalho julgou 656 casos de assédio moral.
Assédio moral é o constrangimento constante do trabalhador de tal forma que acabe comprometendo a dignidade, a saúde física ou mental ou a própria carreira profissional.
Logo que entrou com uma ação contra a loja de calçados onde trabalhava em São Paulo, o vendedor Rogério foi demitido. “Me senti perseguido desde o início. Pedia que fosse colocar caixa no lugar, pedia para repetir várias vezes mesma função”, conta o rapaz que não quis se identificar.
Esse é só um dos exemplos de assédio moral, mas há outros:
- ameaças constantes de demissão
- ofensas pessoais
- sobrecarrega de horário
- impedir que os colegas se relacionem com a vítima
Os advogados orientam as vítimas a registrar tudo o que puder servir de prova. Anotar tudo, hora e local das agressões. Só converse com o agressor na presença de testemunhas e procure chamar a atenção dos colegas para o que acontece.
Entre os bancários, preocupava a quantidade enorme de afastamentos do trabalho por depressão. Em São Paulo, o sindicato descobriu que boa parte das licenças era causada pelo assédio moral.
“Assédio moral não é doença, mas ele causa doença. Trabalhador não bate meta, tem medo de perder seu emprego. Ela não tem espaço para dialogar, quais dificuldades, porque não bateu e aí vem punição”, explica Walcir Previtale, secretário de saúde do sindicato dos Bancários São Paulo, Osasco e região.
Quem achar que está sendo vítima de assédio pode procurar o sindicato de sua categoria profissional.
Se o trabalhador preferir pode ir direto ao Ministério Público do Trabalho. Lá existe um pessoal preparado para orientar, investigar e acolher denúncias que podem ser feitas no anonimato. O atendimento é de graça.
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"Ainda bem que o mundo está mudando, e os trabalhadores estão percebendo aonde termina o trabalho e onde começa o abuso! Pena que muitos chefes ainda não se deram ainda conta disso. Tomara que eles acordem antes de ir parar atrás das grades. Porque quando isso virar moda, o que vai ter de gente mudando de endereço..."
O tremendo insuportável
Quando pensei que estaria a salvo, longe do esnobe, encontrei o insuportável. Esse chefe, gente, era a soma de todos esse ruins, tinha um pouco de cada e muito de tudo. Controlador, esnobe, autoritário, antipático, debochado, nunca consegui encontrar uma qualidade nele. É claro, não demorei muito lá. Preferi ficar novamente sem nada. E voltar para os concursos ou tentar outro emprego. Disse que estaria indo trabalhar em outro lugar, porém não foi verdade. Mas o homem era tão antipático que não quis sair rebaixada. Pela primeira vez tive vontade de cuspir na cara de alguém, de torcer aquele dedinho que chamava as pessoas com desdém, no mínimo mandar ele tomar no cú. NOJENTO! Me livrei dele. A empresa tinha alta rotatividade, uma empresa assim não pode ser séria, porque empresa séria investe e cuida dos seus funcionários com respeito. Fui fazendo inúmeros cursos e concursos...fiquei bom tempo assim, beirando a depressão. Acostumei a ter um trabalho, a ter meu dinheiro, é difícil depender dos outros. Até que meu marido querido, arrumou agora um emprego descente para mim, com pessoas bem diferenciadas, com muitas histórias para contar. Lá me senti acolhida e nunca tive problemas com chefes!
O Esnobe
Na fase do desemprego, o importante é manter a mente ocupada, foi o que fiz ...fiz vários cursos diferentes de áreas não comuns à administração, até que fui chamada a ocupar uma vaga de uma moça num consultório odontológico. Esta estaria de licença maternidade. Gente, definitivamente eu fazendo coisas que nunca pensei... limpado instrumentos, revelando radiografias, moldes para dentadura, além do serviço de secretária, incluindo vitaminas para o dentista, pagamento de contas, limpeza da sala etc...DUREZA! Isso aconteceu até que eu tentando ser simpática com os clientes finos dele, tive que ouvir do "chefe" que não era para eu conversar com os clientes! Enfim, tomei um banho de água fria. Não entendi aquilo! Eu uma menina acostumada a falar com todos os tipos de pessoas. porque não poderia conversar com eles quando não tivesse nada para fazer...até bunda criança limpei! Fiquei revoltada, nesse meio tempo, recebi outra proposta de uma empresa perto dali. Saí correndo ... Esse tipo de chefe é o ESNOBE! O que acho que é melhor do que os outros... gosta de pisar e humilhar, e mostrar que você deve ficar somente na COZINHA de empregados. Mas eu nunca ocupei essa posição, não fui criada para isso ... Minha cabeça saiu de lá mais erguida do que qualquer outra coisa! Que nojo de gente assim! ERRRRKKKK! Teria agora que aturar outro tipo de chefe...em outro lugar!
Ser feliz no trabalho
Perdendo o rumo

Pois é, nesse momento por falta de orientação correta, desnorteada como tocar a minha carreira. Faz falta ter essas orientações. È bom conversar com pessoas da sua área escolhida.
Perdi o rumo da minha! Vim trabalhar perto de casa, ganhando a mesma coisa, mais sem plano de saúde. Convivi bem com meus chefes por 2 anos, eram 2. Fazia o serviço, tinha carona de ida e ainda dava para estudar, estava tudo perfeito. Mais até que meu colega, caiu da laje de casa, ficou meses fora, e sobrou tudo em cima de mim e ainda o pior que era o serviço externo, entregando documentos, pagando contas, resolvendo situações. Tudo bem, se não fosse ter que sair por aí em lugares ultra perigosos e longe. Começei a ficar cansada e muito puta da vida, não havia planos de carreira, muito menos melhoras de salário. E então resolvi partir...mas não pedi as contas...quando ia em algum lugar desses não voltava ou demorava. Até que um dia me desentendi com o menino que já havia retornado, mas ainda não podia fazer esse tipo de serviço, já que ele fraturou o pé e inchava muito. Batemos boca e fui embora batendo a porta. Ainda nova, não sabia me controlar em algumas situações. No dia seguinte, estava um clima horrível no lugar, mais parecia que havia um mistério no ar e com a minha pessoa. Ninguém falava direito comigo. Nessa época eu fazia pós-graduação, e no dia de uma prova difícil, me chamaram e fui demitida. Alegaram mudanças na empresa, porém sei que o motivo não foi apenas esse. Eles se mudaram sim, porém....sei que tudo aquilo pesou.
Não havia mais clima, nem que eu quisesse ficar. Então, fiquei desempregada mesmo.
O que dizer desses chefes??? Bem, na verdade eram pessoas normais, finalmente! Tocando um negócio próprio, mas sem visão administrativa, afinal só haviam lá engenheiros. Acho que conseguiam de certa forma alcançar o que quiriam. Vou chamá-los de modelo padrão, perto do ideal. Não eram chatos, mas também não eram adoráveis. Não enchiam o saco, mas também não era o chefe que sai para beber um chopinho com empregado. PESSOAS COMUNS! O resultado foi que fiz péssima prova, já era muito difícil contabilidade gerencial. Acabei perdendo a matéria, não havia mais cabeça par fazer prova e tive que continuar no ano seguinte. Enfim, desempregada, deveria ter me dedicado a uma língua estrangeira, coisa que já havia feito vários cursos, mas nunca fui muito boa nisso. Não houve aptidão. Talvez se tivesse coragem e dinheiro, séria uma boa passar uns meses fora do Brasil. Não o fiz. E fiquei 1 ano em casa. Totalmente perdida. Vendendo de um tudo para me distrair e faturar um dinheirinho, além de tentar concursos públicos, começei a estudar para alguns. Estava eu e o mundo tentando uma vaga no mercado de trabalho, querendo aturar algum tipo de chefe!
quinta-feira, 24 de março de 2011
Oque acontece quando o patrão não esta
Gente, essa é muito boa. Acredito que todo trabalho deva ter uma hora para a alegria e a diversão! A gente saí de casa e pode ter certeza que por pior que possam ser as coisas, a uma maneira de aliviar o stress.
O que fazer quando o chefe não está 01
Vejam como todos estão felizes...será que com o chefe todos estariam sorrindo?
Já trabalhei em um lugar onde o chefe olhava-me com cara feia quando me via sorrindo.
Acho que felicidade para ele era sinal de falta de trabalho.
Um chefe assim merece a infelicidade. Porque não sabê ver seus funcionários felizes.
Trabalhar com alegria, aumenta a produção, as pessoas se tornam mais criativas, o ambiente torna-se leve e o serviço flui melhor! Viva a vida sem chefe!
O que fazer quando o chefe não está 03
Alguém tem alguma dúvida que a vida sem o chefe é muito mais divertida?
O rei destronado!

Então surgiu realmente o primeiro emprego! Após a distribuição de vários curriculos, apareceram chamados para estágio e emprego ao mesmo tempo. Resolvi optar por emprego! Achei que seria algo mais sólido em que poderia seguir uma carreira. Lá fui eu para um singelo emprego de recepcionista. Agora te digo, o que é ser uma recepcionista?! Nada! As pessoas passam, uns dão bom dia, outros nada, uns até logo, outros nem te vêem e você fica ali sozinha, vendo a hora e as pessoas passarem...abre porta, fecha porta...fora isso o telefone que não para de tocar e você tem que dar conta de todas as ligações e recados. È um serviço muito chato, muito ingrato, ainda mais quando as pessoas acham que você é o coco do cavalo do bandido preso! Porque vem aquele tipo de chefe que sente é o REI! O soberano! Ao chegar na empresa quer que a porta esteja aberta, quer um tapete vermelho esticado aos seus pés, quer que limpem seus sapatos, segurem seu casaco, enxuguem seu suor e por aí vai. E aí de demorar um pouquinho! Te olha de cara feia, fala palavões na recepção, joga a pasta na mesa de vidro e quebra, chuta a porta de entrada, não se importando com quem está a volta. O REI virou um CAVALO! Acho que os cavalos são mais educados. Isso falamos de uma pessoa que tem dinheiro, nasceu em berço de OURO! Intolerável! Mais tem gente que aguenta!!! E ainda por cima tinha a primeira-dama e a ex-amante trabalhando no mesmo espaço. A primeira-dama, sim, fazia parte da realeza. Mais a ex-amante sem posto, fazia questão de mostrar um poder sobre a minha pessoa, que eu até então não compreendia. A gente quando não tem experiência fica perdido na podridão. Era um lugar mediocre, pois haviam pessoas lá assim no comando, resultado o castelo ruiu! Poderia ter outro fim? Ah, mais antes disso, rapidinho eu saí de lá, fui chamada para trabalhar em outro lugar mais perto de casa. Saí correndo ... e ainda escutei do ascensorista, ninguém para nessa empresa. Porque será, heim?
A Mosca e a burra

Bem, na volta de Salvador, não precisa dizer que a viagem foi ótima. Voltei a procurar novo estágio/emprego, afinal já tinha acostumado a ganhar meu dinheirinho! Começei a distribuir curriculos até que fui chamada por uma seguradora. Foram umas 3 entrevistas. E consegui a vaga, dessa vez fui a todas sozinha. Primeiro uma prova e depois duas entrevistas com pessoas da empresa. Como é difícil conseguir um estágio. Era no setor de pagamentos. Horário integral. Trabalhava como escrava sem parar, terminava o meu e ainda ia fazer o dos outros, sem tempo para estudar estava quase enlouquecendo, dormindo nas aulas. Resolvi sair antes que perdesse o meu programa de crédito educativo, afinal não pode repetir. Esse programa me ajudou e muito a me formar. Com o pequeno salário de professora da minha mãe, foi fácil conseguir... precisa mesmo continuar com o programa. Então, fiquei desempregada por uns tempos. Mais esqueci de falar do tipo de chefe que encontrei por lá. Acho que um dos piores que possa ter, o preconceituoso! A mulher falava o dia todo mal de nordestino, e ela nem sabia que a minha família veio de lá. Era duro de aguentar aquele papo atrás de mim insuportável. Afinal quem era ela? Quem conhecia ela? E o pior, como diz a minha mãe, quem construiu essas cidades em que vivemos? Esse tipo de chefe devia ser impedido de existir, chamava os outros de BURRO, quando sem nenhum discriminação, a única sem formação era ela, e o pior ela nem chefe era, era SUB. O que é ser SUB-CHEFE? Ser SUB é ser STAFF de outro. É não ter voz ativa, apenas uma substituição figurativa. A chefe então, acho que era pior ... porque essa era a MOSCA MORTA! Não apitava em nada! Sentava fumando e ficava assistindo a tudo isso! ERRRKKK que nojo dessas chefes! Espero que um dia elas cresçam e apareçam bem longe daqui!
quarta-feira, 23 de março de 2011
CHEFE HIENA

Para encerrar por hoje, vou deixar um alerta. Nunca dúvide de um colega. Muito menos chefe. No meu primeiro emprego, havia um colega recém-separado, esses tipos muitas vezes entram em surto. Este vivia dizendo que ia matar a sogra. Nós achavamos que era brincadeira, porém anos depois eu que ligo no RJ TV e vejo o sujeito sendo preso. Motivo: Matou a sogra!
As sogras, os casamentos, os chefes ...são pessoas muito parecidas, enlouquecem qualquer cidadão. Outra que aprendi neste emprego, a sorte não tem cara, também anos depois ligando a televisão vi numa propaganda de raspadinha, uma EX-COLEGA, a mesma que me entrevistou, saindo com a filha montada num carro ZERO! As amizades valem ouro, e se fosse a mega sena? Você teria um contato importante e com o bolso recheado! Mais pelo que sei foi somente um carro ZERO e dos mais simples, mais é uma pessoa de sorte. No emprego, conhecemos pessoas com seus mais variados destinos. Você nunca saberá onde encontrará a sorte ou o azar. Tudo está diante das suas mãos e você terá que contar com a sua sorte também! Principalmente no que se diz respeito ao chefe. Nesse caso, tive muita sorte. A minha era ótima, estilo HIENA, sempre rindo e brincando. Nós tratava de rolinhas, porque era um setor onde só haviam meninas, diferente do almoxarifado. Nós protegia dizendo não mexam com minhas rolinhas ... Era uma chefe bacana, mas em sua vida carregava um certo sofrimento, um marido alcoolatra. O sorriso devia disfarçar a dor... Mais a uma certa altura, começou a questionar o nosso almoço no local de trabalho. A demora na rua almoçando e etc. Ora gente, o nosso horário na época era de 11h às 16h. Que horas que deveríamos almoçar? Nós compesávamos o almoço após o horário. Mais ainda assim, haviam reclamações. Então passei almoçar em casa às 09:30h, afinal estudava à noite e não restava outra alternativa. Como estagiário é o escravo do trabalho. Não haviam férias. Mais nesse ano, havia combinado com ela uns dias onde ira com minha mãe a Salvador, as passagens foram compradas. Mais as mudanças do Banco, mudaram meus planos, mudaria de local e chefe, resolvi então sair ...afinal era um estágio em empresa pública sem chances de contratação e a viagem não poderia ser adiada. Parti, senti saudades... o ambiente era bom, os colegas ...mais a rolinha ganhou assas e voou! ADEUS CHEFE HIENA!
Piada de primeiro emprego




Todo novato, sem experiência, achando que sabê tudo, querendo colocar a banca, acaba como???
A procura do primeiro emprego

Vamos pelo começo... iniciada a faculdade de ADMINISTRAÇÃO de empresas, fui em busca de estágio, é o melhor e mais fácil começo na profissão. Fui ao CIEE e lá vi anúncios no quadro de horários, me inscrevi, e lá fui eu para a entrevista num Banco na Zona Sul do Rio de Janeiro. Minha mãe muito zelosa quis acompanhar a recém saída de uma cidade do "interior" chamada Niterói, hoje somos mais de 500.000 habitantes. Tudo bem aceitei, a faculdade era no centro do Rio de Janeiro, e eu não conhecia nada além do percurso das barcas em direção ao RIO. Chegando lá mandaram eu subir para falar com o gerente, minha querida mãe de baixo gritou, estou aqui! Em resumo, não fiquei! Será porque, heim? Na outra entrevista ela fez o mesmo, o local era mais próximo ao centro, e assim talvez conseguiria chegar somente com 1 ônibus. Fui animada e com muito otimismo que conseguiria a vaga.
Subi também para a entrevista, só que dessa vez mamãe não pode gritar de baixo, eu subi de elevador, e o som da sua voz fatalmente não chegaria lá. Somente me avisou ao ouvido! Uffa!
Chegando lá, todas as perguntas foram feitas, muitas relativas à contabilidade, já que a pessoa era do setor contábil, eu estava fresquinha com todas as informações na cabeça e respondi. Deixei o meu até logo e saí confiante e convencida que a vaga seria minha. Dias depois recebi a ligação. Acho boa estratégia chegar confiante, mas também preparado(a), demonstrando conhecimento. Ali estaria eu dias depois para conhecer a minha chefinha!!! Era uma mulher!! O Mundo já era das mulheres!!!
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