terça-feira, 12 de abril de 2011

Chefe pirua!

Quem não teve uma dessas! Quando ela chega todo mundo nota! Pela voz alta, pela roupa extravagante, pelo perfume forte! È aquela que faz questão de dizer a que veio e que todos sintam, vejam e notem sua presença. Quando ela não está parece que fica um vázio, mais é a paz no ambiente. Elas podem ser super chatas e frescas, ou somente possuírem uma personalidade forte, tipo leonina, as que gostam de aparecer.
Para agradar esse tipo, faça muitos elogios, dê presentes chamativos, passe a gostar de cremes, perfumes e moda, porque vocês teram muitos assuntos em comum!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

PEGADINHA SILVIO SANTOS CHEFE EXPLOSIVO



Esse é o típico chefe ignorante!!!

Pegadinha do Silvio Santos Entrevista de Emprego



Não se surpeenda em uma entrevista tudo pode acontecer! Pode fazer parte do seu teste.

Inteligência a prova de fogo - piadas

A Jornalista Entrevista Um. . .
A jornalista entrevista um famoso deputado:

- Deputado, o senhor pode nos dizer como começou a sua careira de político?

- Há! Foi logo na infância. . . Eu ainda estudava no primário. . .

- No primário? Espantou-se a jornalista.

- Sim! Um dia meu pai me chamou e disse: Filho, a partir de hoje lhe darei 100 dólares sempre que você tirar uma nota maior que sete. Então, eu cheguei para minha professora e propus: Escuta dona Lucrécia, a senhora não gostaria de ganhar 50 dólares de vez em quando?

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Garçom Discreto
Num restaurante grã-fino, o camarada se senta à mesa e amarra o guardanapo em volta do pescoço. O gerente, escandalizado, pede ao garçom que dê a entender ao sujeito, com muito tato, que aquilo não se faz. O garçom se aproxima do freguês:

- Barba ou cabelo, senhor?

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O Cara Liga Para um Grande. . .
O cara liga para um grande amigo e é atendido pela sua nova secretária:

- Pois não?

- Eu queria falar com o Paulo!

- O Paulo está no banheiro! Quer deixar recado?

Na tentativa de ajudar o amigo ele toma a liberdade de aconselhar a moça:

- Olha, minha filha, não leve a mal, mas não fica bem você dizer que ele está no banheiro. . .

- O que eu digo então? - Pergunta ela, ingênua.

- Diga que ele está numa reunião!

Alguns dias depois ele torna a ligar para o amigo e a moça torna a atendê-lo.

- O Paulo está? - Vai logo perguntando.

- Ele está numa reunião!

- Sabe se ele vai demorar?

- Olha, pelo jeito que ele passou aqui se contorcendo. . . Acho que o negócio ainda vai levar um bom tempo. . .

A entrevista







Fique de olho no seu visual, porque há muita gente procurando emprego e na dúvida qualquer fator contra pode lhe prejudicar. Observe as ilustrações acima e não cometa erros, nessa hora não é permitido errar.


Roupa certa para a entrevista







Roupa Certa Para Entrevista

Moda
Postado em abril 3, 2009 por Thiago Augusto

Uma entrevista para emprego normalmente é uma ocasião importante e que deixa os candidatos inseguros a respeito de como se portar, o que responder assim como a roupa certa para a entrevista. Sabe-se de antemão que o entrevistador estará atento aos nossos menores movimentos buscando respostas escondidas, seremos questionados sobre assuntos aparentemente banais e outros bastante complexos, e mais do que nossas respostas serão avaliadas nossas emoções, nossa postura, nosso raciocino. As entrevistas para emprego duram em média cerca de 45 minutos período em que o entrevistador, com certeza alguém com experiência em recursos humanos, estará traçando um perfil do candidato, levantando sua estrutura familiar, situação econômica, cultura, auto-imagem, momentos marcantes e qualidades e características que possam ser proveitosas para a empresa.


Emprego
Os candidatos precisam causar boa impressão, e para isso é essencial sentir-se confiante na sua aparência, e assim usar uma roupa adequada para uma entrevista de emprego é fundamental nesses dias de concorrência extrema causado pelo aumento do desemprego. usando a roupa certa para a entrevista o indivíduo melhora a sua auto-estima, um requisito essencial para o sucesso almejado na vida profissional e pessoal.


Empresas
A roupa ao contrário do que muitos possam apregoar é muito importante, de maneira especial em algumas ocasiões, pois através das roupas que vestimos o entrevistador ou o ouvinte estará formando uma opinião a nosso respeito, antes mesmo que possamos falar. A roupa é uma importante ferramenta de comunicação não verbal, existem roupas adequadas para quem quer seduzir que com certeza não precisam de palavras, roupas masculinas e femininas da moda que nos mostram o estilo dos jovens, se patricinha, se rebelde, etc., A roupa revela muito sobre nossa identidade, por isso a escolha da roupa certa para a entrevista é tão importante, ela reflete a nossa imagem, assim devemos analisar a imagem que queremos passar e as expectativas geradas.


Roupas Certas Para Entrevista
Existem inúmeros livros que tratam desse assunto, escrito por pessoas entendidas em moda e que dão dicas importantes para quem está preocupado com este assunto, mas em suma, o mais importante é refletir sobre a imagem que você quer passar e assim definir a sua roupa. Evite sobretudo usar roupas da moda as quais você não está acostumada, com certeza se sentirá insegura. Um tailler ou um terno ainda são opções corretas em quase todas as circunstancias, roupas que compõe a moda jovem só devem ser usadas por jovens que buscam empregos em lojas de departamentos e outros similares, jamais em um ambiente mais formal. Decotes, fendas, saias curtas, bijuterias chamativas ou em excesso também devem ser abolidos.

Não existe uma regra única e imutável para se vestir para uma entrevista de emprego, o melhor conselheiro é o bom senso e o espelho, use a roupa de acordo com sua profissão, um engenheiro agrônomo por exemplo dificilmente vai usar terno e gravata para vistoriar uma lavoura. leve em conta a formalidade da entrevista e da empresa e a época em que vivemos, época de globalização, de internet, de universalidade, e por ultimo encontre seu próprio estilo de roupa, pois a roupa certa, além de vestir bem precisa se identificar com seu usuário.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O que a vítima deve fazer contra o assédio moral?

O que a vítima deve fazer?
•Resistir: anotar com detalhes toda as humilhações sofridas (dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam, conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário).
•Dar visibilidade, procurando a ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já sofreram humilhações do agressor.
•Organizar. O apoio é fundamental dentro e fora da empresa.
•Evitar conversar com o agressor, sem testemunhas. Ir sempre com colega de trabalho ou representante sindical.
•Exigir por escrito, explicações do ato agressor e permanecer com cópia da carta enviada ao D.P. ou R.H e da eventual resposta do agressor. Se possível mandar sua carta registrada, por correio, guardando o recibo.
•Procurar seu sindicato e relatar o acontecido para diretores e outras instancias como: médicos ou advogados do sindicato assim como: Ministério Público, Justiça do Trabalho, Comissão de Direitos Humanos e Conselho Regional de Medicina (ver Resolução do Conselho Federal de Medicina n.1488/98 sobre saúde do trabalhador).
•Recorrer ao Centro de Referencia em Saúde dos Trabalhadores e contar a humilhação sofrida ao médico, assistente social ou psicólogo.
•Buscar apoio junto a familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para recuperação da auto-estima, dignidade, identidade e cidadania.
Importante:

Se você é testemunha de cena(s) de humilhação no trabalho supere seu medo, seja solidário com seu colega. Você poderá ser "a próxima vítima" e nesta hora o apoio dos seus colegas também será precioso. Não esqueça que o medo reforça o poder do agressor!

Lembre-se:

O assédio moral no trabalho não é um fato isolado, como vimos ele se baseia na repetição ao longo do tempo de práticas vexatórias e constrangedoras, explicitando a degradação deliberada das condições de trabalho num contexto de desemprego, dessindicalização e aumento da pobreza urbana. A batalha para recuperar a dignidade, a identidade, o respeito no trabalho e a auto-estima, deve passar pela organização de forma coletiva através dos representantes dos trabalhadores do seu sindicato, das CIPAS, das organizações por local de trabalho (OLP), Comissões de Saúde e procura dos Centros de Referencia em Saúde dos Trabalhadores (CRST e CEREST), Comissão de Direitos Humanos e dos Núcleos de Promoção de Igualdade e Oportunidades e de Combate a Discriminação em matéria de Emprego e Profissão que existem nas Delegacias Regionais do Trabalho.

O basta à humilhação depende também da informação, organização e mobilização dos trabalhadores. Um ambiente de trabalho saudável é uma conquista diária possível na medida em que haja "vigilância constante" objetivando condições de trabalho dignas, baseadas no respeito ’ao outro como legítimo outro’, no incentivo a criatividade, na cooperação.

O combate de forma eficaz ao assédio moral no trabalho exige a formação de um coletivo multidisciplinar, envolvendo diferentes atores sociais: sindicatos, advogados, médicos do trabalho e outros profissionais de saúde, sociólogos, antropólogos e grupos de reflexão sobre o assédio moral. Estes são passos iniciais para conquistarmos um ambiente de trabalho saneado de riscos e violências e que seja sinônimo de cidadania.

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Todo empregador, precisa entender,que seu empregado é gente! Respeito é bom e independente das pessoas envolvidas todo mundo gosta. Qualquer trabalhador que se sentir violado nesse sentido deve se manifestar para acabar com essa pouca vergonha.

ASSÉDIO MORAL

ASSÉDIO MORAL
Por Maria Inês Felippe



Em meio a um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, em que garantir a empregabilidade é uma das atitudes mais condizentes, surge uma pergunta bastante comum na esfera empresarial: “Quais são os sacrifícios válidos para se garantir o emprego?” Em alguns casos, não é percebido pelo assediado, deixando para lá, para não criar confusão.
A resposta é consenso geral quando tratada pelos especialistas de RH: nenhum. Por definição, sacrificar-se é privar-se em benefício de outrem. Uma coisa é o esforço, o desafio; a outra, é o sacrifício, o sofrimento. Em se tratando de relações trabalhistas, sofrer não deve ser condição, nem muito menos conseqüência, ainda mais quando é resultado de situações de humilhação, constrangimento e submissão. Situações estas que caracterizam o assédio moral.
O conceito, bem como a idéia, não é tão recente assim. O assédio moral no trabalho é um fenômeno antigo, mas que vem recebendo destaque pela mídia nos últimos tempos devido à tendência de tornar as relações de trabalho mais transparentes e justas. É um fenômeno mundial, que consiste em degradar as condições de trabalho por meio de ofensas, pressão e críticas excessivas das autoridades sobre seus subordinados.
O assédio moral acontece devido ao abuso do poder, provocando um cenário de discriminação dentro da empresa. As fases são: isolamento, desqualificação.
O medo do desemprego é uma das principais causas desse fenômeno. Para garantir seu emprego, o funcionário sujeita-se a atitudes antiprofissionais; o chefe, por seu lado, transfere toda a insegurança para sua equipe mediante atitudes autoritárias. "Quando o funcionário está com a auto-estima rebaixada, ele não se reconhece como profissional, ficando predisposto a qualquer tipo de assédio". Mas essa situação só prolifera quando favorecida por ambas as partes: chefes autoritários buscam funcionários submissos e vice-versa. A situação só irá perpetuar-se se o funcionário permitir”.
Investir em uma cultura estratégica de desenvolvimento humano como forma de substituir a competitividade de negócios diminui as chances de surgirem comportamentos negativos isolados, que tanto propiciam o assédio moral. Outro aspecto que devemos introduzir é a cultura de aprendizado, no lugar da punição, e a desmistificação das relações de poder, como soluções para o problema.
Enquanto não existir a gestão participativa, cooperativa, o cenário estará mais favorável à gestão pelo medo, propiciando atitudes típicas do assédio moral.
Em empresas onde o profissionalismo é ação prioritária, cria-se uma resistência a atitudes desse tipo. E se mesmo assim o assédio moral persistir, o funcionário terá armas suficientes para se livrar dele ou impedi-lo, pela denúncia ou pela busca dos responsáveis pela área de RH da empresa, que terão um posicionamento estratégico em relação ao problema.
Devemos garantir o emprego, desde que os esforços envolvidos estejam ao nosso alcance. Ser perseguido pelas injustiças de um chefe tirano, além de ser uma falta de respeito, compromete a dignidade de um profissional e o seu direito como cidadão.
Podemos entender o assédio moral como uma degradação deliberada das condições psicológicas do trabalho, em que prevalece uma relação de poder por parte da chefia e acarreta em baixa produtividade, falta de envolvimento, motivação e stress dos demais profissionais.

Como identificar

Há muitas formas de identificar características de assédio moral.
Algumas podem ser destacadas:

a liderança autoritária, de opressão, que funcione na base do “faça o que estou mandando”, “você é feito para fazer o que determino”, a filosofia de que “o gado engorda, pelos olhos do dono”;
as reuniões em que as pessoas são expostas a seus erros, tendo ignorados e desmerecidos seus acertos;
as broncas em público que ressaltem suas deficiências, com todas as pessoas conhecidas e desconhecidas fazendo parte da cena. Há casos em que são ressaltadas as “deficiências” do chefe diante de seus subordinados;
o excesso de trabalho, impossibilitando os acertos ou até mesmo a realização de projetos, que acabam expostos em público;
a falta de condições de trabalho, tanto físicas como psicológicas, recaindo em erros, colocando o executor à prova e, posteriormente, a punições;
o clima constante de fofocas, que denigrem a imagem das pessoas da empresa ou de terceiros;
as ameaças e as humilhações constantes;
a falta de ética para com clientes internos e externos;
as graves falhas na comunicação;
a ignorância ao isolar pessoas no ambiente de trabalho.

Como perceber as características do assediador e do assediado

Assediador- comportamento de prepotência , autoritarismo, sedução, ou aquele do tipo “raposa com pele de cordeiro”.
Assediado- em alguns casos pessoas com baixa estima ou os provocadores do assédio. Na maioria das vezes, as pessoas agem de acordo com o que lhe permitimos.
Pode-se perceber também, constantemente, um cenário de complementaridade - há chefes que buscam funcionários submissos e o inverso também ocorre.
Há empresas que buscam pessoas submissas para utilizar de seu poder, embora a grande maioria destas empresas apresentem baixos resultados, afinal, a improdutividade e a rotatividade são aparentes.
Da mesma forma, há pessoas que buscam na empresa uma proteção, que acabe favorecendo uma possível troca de favores.
A vítima escolhida, em alguns casos, passa a ser “bode expiatório”: seu comportamento é de isolamento, hostilização e ridicularização.

Como identificar os prejuízos

Desmotivação, falta de comprometimento, isolamento pessoal, stress são os prejuízos práticos e emocionais para o profissional, que comprometem sua identidade, dignidade, relacionamento e podem, até mesmo, ocasionar doenças físicas e mentais, inclusive por sintomas não aparentes.
Recentemente conheci um caso, em que a Diretora de uma grande empresa, em reunião com sua equipe, ressaltou a importância da dedicação exclusiva para a empresa, mesmo que tivesse que “abrir mão” da própria família, caso contrário seria passível de punição.
Pesquisas apontam que o assediado poderá chegar ao suicídio, fato este que acomete mais homens que mulheres.
Geralmente, um funcionário que se posiciona de maneira diferente da chefia, passa a ser isolado do grupo e rotulado.
A empresa não deve ter uma postura paternalista, mas deverá, sim, preservar a sanidade do trabalhador, evitando qualquer forma de comportamento que beire à humilhação.

O que deve ser feito

Palestra Informação para prevenção.
Investimento em uma cultura estratégica de desenvolvimento profissional e humano e não somente estratégia de negócio. Pessoas saudáveis; negócios saudáveis.
Gestão participativa e menos competitiva, pois é fácil identificar uma competição interna muito grande entre as pessoas da empresa, minimizando esforços para competição externa. Distribuição das bases de poder.
Formação de líderes, favorecendo melhoria nas relações interpessoais.
Substituição da cultura do medo, da punição pela confiança do desenvolvimento e da ética.
Empresas que privilegiam o profissionalismo enfraquecem a possibilidade de qualquer tipo de coerção e assédio.
Busca da complementaridade, não tendo como base o mais forte e o mais fraco e sim a formação de equipes multidisciplinares, em que cada um possui sua especialidade e seu valor.
Busca da profissionalização pelo trabalhador, elevando sua capacitação e agregando valor aos negócios, enaltecendo sua auto- estima, seu valor pessoal e impossibilitando qualquer tentativa de assédio. Colocar limites é bom para ambas as partes e em todo lugar.

Como fazer

Refletir acerca de todo o cenário acima e verificar a possibilidade de mudança do cenário da organização.
Reavaliar-se, fazendo uma auto-análise, ponderando até que ponto está provocando tal situação.
Decidir, frente a isso. Agora, muitas vezes é preciso mudar o comportamento para que isso não ocorra novamente na vida do trabalhador.
Analisar o grau de sofrimento envolvido. O trabalho não é lugar para sofrer

sábado, 2 de abril de 2011

Pensando em ficar grávida

Se a mulher estiver com intenção de engravidar, o melhor é conhecer a política que sua empresa tem com as gestantes que lá já houveram. Como é o procedimento e o tratamento que lhes é oferecido. Hoje em dia as empresas não perdoam nada, e muitas delas, esperam acabar o período que a mulher está protegida por lei para mandar embora. Uma crueldade. Tenha na cabeça que essa poderá ser uma possíbilidade, tenha planos de ação caso isso aconteça. E não desanime pois haverá uma boa empresa com as portas abertas para te receber. Esteja bem infomada sempre dos seus direitos! No meu caso, estava numa empresa onde não havia discrinação das mulheres, onde nossos direitos eram assegurados, tive meus dois filhos sem nenhum problema, fiz todos exames e fui a todos os médicos, além de ter meu período de licença maternidade e retorno garantido! Enfim, a gente escolhe ter um filho, e coloca muitas vezes nossos empregos em risco, pois as pessoas não tem compreensão que somos humanas, que precisamos ter laços afetivos, que precisamos educar e amar nossos filhos, assim estaremos deixando a humanidade melhor. Infelizmente, nós vêem como máquinas, e se esta "parar" joga fora, pois não presta. Além, de tantas outras políticas baixas. Então, minhas caras, estejam preparadas para tudo, pois a vida da trabalhadora é cruel, quando não se está numa empresa DIGNA!

Como conciliar a gravidez com o trabalho


Como conciliar a gravidez com o trabalho
escrito por Vivian em jul 26, 2010 em Curiosidades, Mundo e Negócios, Saúde | 0 comentários

Como conciliar a gravidez com o trabalho
Certamente o desejo de muitas mulheres que iniciam o processo de gestação é parar tudo e curtir o momento durante os longos nove meses. O problema é que muitas dessas futuras mamães são como todas as outras: trabalham, estudam, cuidam da casa, etc. Agora, realizar tudo isso carregando uma barriga que não pára de crescer não é tarefa fácil. O negócio é encarar o novo estágio da vida da melhor forma possível.

Se o seu trabalho exige algum tipo de esforço físico, reduza o peso ou a força aplicada. Se tiver que encarar longos lances de escada, suba e desça lentamente para evitar dores lombares. Para evitar os enjôos durante o horário de trabalho, a dica é fazer um lanchinho a cada três horas evitando excesso de líquidos.

Além disso, é importante estar atenta às alterações de humor. Pegue leve na rotina, você se sentirá cansada com mais facilidade e isso é perfeitamente natural. Uma dica é diminuir a carga horária a partir do 7º mês de gestação, mas caso se sinta bem realizando as tarefas do dia-a-dia, aproveite e curta uma gravidez sem traumas.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Aniversario do chefe pum

Seu chefe também é gente e ele peida!!! hahaha Ilário!!!

Prevenção e Combate a Incêndio JMC.wmv

O pânico toma conta de muitas pessoas, e nessa hora é iportante ter pessoas que saibam conduzir e acalmar os outros além de tomar as medidas cabíveis! Preparem os funcionários para o momento e se a empresa for grande, tenham uma equipe de brigada de incêndio.

O incêndio ocorre onde a prevenção falha

Fique ligado nisso em sua empresa! É super importante, além dos danos materias, temos vidas em nossas empresas!

O dia do fogo!!


No meu emprego anterior, passei por um momento inusitado. A gente costuma não acreditar nas pessoas que costumam brincar muito. Porém, não pensem em mais de 1 vez se a notícia for muito séria! Eu estava há pouco tempo lá e nunca havia passado por isso. Nesse dia resolvi almoçar no local e aproveitar o tempo para fazer um trabalho de um curso, durante o almoço fui surpreendida pela notícia de um patruleiro que entrou sala a dentro, ele disse que o prédio estava pegando fogo! Eu falei está brincando? Não é sério mesmo! Ah, meus amigos, coloquei minha viola no saco, peguei a bolsa e tudo meu que por um acaso estava comigo e fui embora sem olhar para trás. Mas houveram colegas que fizeram questão de desligar tudo. Cada um tem seu tempo diante da notícia, eu estava sozinha numa sala fechada, não pensei 2 vezes, não sabia a dimensão dos fatos, nem onde era. Estava no 9° andar, o ocorrido foi no 22°. Todos seguiam pela escada, alguns desesperados, até que de repente a luz apagou no 7° andar. Ainda bem, que eu já estava no 6°. Alguns desceram pela escada externa tendo que saltar do 2° andar. Chegando no terreo é que fui me informar da dimensão da coisa e do andar que havia sido. Logo, o fogo foi controlado. Mas não houve mais trabalho nesse dia. Uffa! Que susto! Enfim, o prédio muito antigo, muito papel, material inflamável, risco constante. Um dia para ficar na memória! Moral da história: Nunca dúvide de uma notícia grave, saia correndo! Acho que ninguém brincaria com uma coisa dessas!